Cancelado o desfile dos pobrezinhos, restaria agora avançar com medidas que cancelassem a miséria.
E com tanto dinheiro que tem sido gasto em armamento, nem seria preciso telefonar ao Elon Musk para ele passar o cheque.
Cancelado o desfile dos pobrezinhos, restaria agora avançar com medidas que cancelassem a miséria.
E com tanto dinheiro que tem sido gasto em armamento, nem seria preciso telefonar ao Elon Musk para ele passar o cheque.
Laurinda Alves levará uns bolos e Marcelo Rebelo de Sousa que (dizem) estará presente, levará os salgados. O vinho fica naturalmente por conta dos participantes.
Volta Buñuel, estás perdoado!
A resposta foi-me apontada aqui. E, vai daí, segui o link.
«Entre as notícias dramáticas de acidentes, mais os despedimentos, mais a radiografia diariamente revista e ampliada da crise, houve uma pequena reportagem na televisão esta semana que me prendeu a atenção. Trata-se de uma iniciativa inédita entre nós: grupos de coveiros em cursos de formação para aprenderem novos gestos, outras maneiras e uma atitude mais adequada às funções dos funcionários cemiteriais. (...) É bom saber que existe esta nova classe de funcionários cemiteriais e que estes homens investem na sua profissão, actualizando métodos e conhecimentos. A única estatística infalível é a da morte e, por isso, estes são os raros profissionais que escapam à crise. Assim sendo, importa perceber que gostam do que fazem e até apostam em fazê-lo melhor. Boas notícias, portanto».*