20/05/22

GUERRA NA UCRÂNIA: AINDA VAMOS A TEMPO DE PERCEBER QUE A TERRA NÃO É PLANA E SOBRETUDO É MUITO GRANDE?


Isto está tudo a correr tão bem que não podia estar a correr melhor. 

MEDITAÇÃO DE SEXTA: «A ANGÚSTIA DO CRONISTA QUE TAMBÉM A ELA TEM DIREITO»

GUERRA NA UCRÂNIA: DA ENERGIA AO ALARGAMENTO DA NATO E AGORA A FOME

Putin mandou invadir a Ucrânia e o Ocidente reagiu.

Acontece que a dependência energética da Rússia é enorme. Compra! Não compra! Compra! Não compra! tem sido a batida alternada do baile da energia que começou pelo troar dos tambores e, pelo que se vai ouvindo, ainda vai acabar no pífaro a tocar sozinho.

Com a guerra a decorrer no "celeiro da Europa", passámos aos cereais e outros grãos alimentícios. Com a ameaça da fome  que em muitos países já não é pouca —, o Ocidente acusa a Rússia de ser responsável pela escassez que se adivinha, enquanto a Rússia diz que só abre os portos ucranianos do Mar Negro se forem levantadas as sanções.

Entretanto, há países a quererem juntar-se à NATO, o que a Turquia chantageia fazendo saber que só o permitirá se deixarem cair os curdos.

Eu não sei que estratégia é esta, mas vejo que andamos todos muito contentes porque a TIME irá provavelmente nomear Zelensky como personalidade do ano, a Ucrânia ganhou o Festival da Eurovisão e Putin não conquistou Kiev em três dias.





19/05/22

PARAFRASEANDO FRASE CÉLEBRE DOS FILMES DE TRIBUNAL: NUNCA AMEAÇAR CORTAR O GÁS QUANDO NÃO SE TEM A CERTEZA DE PODER CORTAR O GÁS

 Afinal, é para continuar a comprar gás russo?!

Os gigantes europeus do gás vergam-se às exigências de Vladimir Putin

A GUERRA NA UCRÂNIA E AS ALIANÇAS EM NOME DE UM BEM MAIOR

Os tais do batalhão Azov, antes da invasão da Ucrânia reconhecidamente um grupo de extrema-direita que professava uma ideologia neo-nazi, passaram a heróis.

Face à desculpa esfarrapada de Putin que entrou por ali adentro a pretexto da "desnazificação" da Ucrânia, uma data de gente desatou a esquecer o que eram os moços do Azov que, de neo-nazis, se viram arvorados a corajosos patriotas.

Argumentam alguns, mesmo se não deixam de suspeitar que o tal Batalhão poderá talvez não ser formado por pessoas com quem gostaríamos de tomar o pequeno-almoço, que em tempo de guerra não se limpam armas: qualquer aliança se justifica em nome do bem maior e depois logo se vê.

O que me faz espécie neste raciocíno, e sem recuar ao Pacto Molotov-Ribbentrop abençoado por Staline e Hitler, é que, bem mais perto de nós na linha do tempo, se pareça esquecer o que aconteceu no Afeganistão. É que isto da História haveria de servir para alguma coisa.

Para já não falar da sabedoria intemporal impressa na célebre quadra do poeta Aleixo: Para a mentira ser segura / e atingir profundidade / tem de trazer à mistura / qualquer coisa de verdade.



GUERRA NA UCRÂNIA: A IMPORTÂNCIA DO MAR DE AZOV PARA PUTIN



Um vídeo publicado em Le Figaro

GEORGE W. BUSH CONTINUA A SER UM EMBARAÇO

Desta vez acusou a Rússia de uma injustificada e brutal invasão... do IRAQUE. 
Freud explica...


18/05/22

NEM O FACTO DO HOMEM SER JUDEU ATRAPALHOU A PROPAGANDA


 ... e leio que estarão à venda no Santuário de Fátima.

FALAR VERDADE EM TEMPO DE GUERRA: «A UCRÂNIA ESTÁ EM PIOR ESTADO DO QUE SE PENSA»

ARTIGO DE SURIYA JAYANTI PUBLICADO NA TIME

«Foi-nos dito que, dada a dimensão da inferioridade das tropas ucranianas no início da invasão russa, não perder a guerra seria, por si só, uma forma de vitória para a Ucrânia. A diferença entre as expectativas e a surpreendente resiliência dos militares ucranianos torna fácil interpretar mal a situação actual a favor da Ucrânia. Mas não vencer é sempre não vencer. A Ucrânia está numa situação muito pior do que comummente se acredita e afirma e continuará a precisar de uma quantidade impressionante de ajuda e apoio para realmente vencer.
Adoramos outsiders. Adoramos os zé-ninguém corajosos que têm sucesso contra todas as probabilidades. Oferecem esperança às nossas vidas banais e fazem-nos sentir moralmente superiores. É por isso que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky seduziu com tanto sucesso o mundo inteiro. O seu desafio contra ventos e marés forneceu-nos alguém por quem torcer contra um bruto. Ao encorajar os ucranianos, que lutaram e se superaram, também pudemos aliviar um pouco a nossa vergonha por deixá-los a morrer sozinhos no meio da neve e da lama, eles a quem havíamos prometido protecção, "garantias de segurança".
Infelizmente, a liderança de Zelensky e o dilúvio de ajuda humanitária e militar internacional que ele suscitou não impediram um nível chocante de destruição das cidades, economia e sociedade ucranianas. O facto de Kiev não ter caído e de as tropas russas se terem retirado para Leste mascara como a Ucrânia está num estado pior do que aquele que é retratado pelos media.
Convém lembrar que a Ucrânia luta contra uma invasão russa desde 2014. Entre 2014 e Fevereiro de 2022, quase 10 mil pessoas foram mortas na guerra latente em Donbass, mas pouco ou nenhum progresso militar foi feito. A Ucrânia luta agora com o mesmo exército num teatro alargado contra uma força rival superior. É graças ao valor absoluto das suas tropas que a Ucrânia conseguiu, desde 24 de Fevereiro, não apenas manter-se, mas também forçar os russos a recuar de Kiev, Kharkiv, Chernigiv e áreas vizinhas.
A Rússia, no entanto, controla agora um território ucraniano muito maior do que antes de 24 de Fevereiro. O exército de Putin detém Kherson, o que resta de Mariupol, todo o território de intervenção, e agora não apenas Luhansk e Donetsk, mas também toda a região do Donbass. Por exemplo, enquanto as autoridades ucranianas controlavam cerca de 60% de Luhansk antes da recente invasão russa, as forças russas controlam agora mais de 80% da região. Ocupam também cerca de 70% da região de Zaporizhye. Cumulativamente, isso representa um aumento do território ocupado pelos russos de cerca de 7%, incluindo a Crimeia, antes de Fevereiro, mais do dobro actualmente. Visto a essa luz, não perder parece muito mais uma derrota do que uma vitória.
O Ministério da Defesa ucraniano não divulga o número de baixas em combate para manter o moral das tropas, mas especialistas calculam que a Ucrânia perdeu pelo menos 25 mil soldados - entre 11 mil mortos e 18 mil feridos. Após mais de dois meses e meio de guerra, as perdas da Ucrânia representam pelo menos 10% de seu exército, provavelmente exausto, de menos de 250 mil homens. Essas perdas, no entanto, são muito, muito inferiores às da Rússia, que se calculam em mais de 35 mil, reforçadas por uma surpreendente perda de armas e equipamentos, como tanques e navios de guerra.
O sucesso relativo da Ucrânia deve-se em parte às armas que pelo menos 31 governos ocidentais lhe forneceram. A Grã-Bretanha enviou mísseis anti-tanque, anti-aéreos e anti-navios, sistemas de defesa aérea e outras armas; a Eslováquia, o sistema de defesa aérea S-300, os drones dos Estados Unidos, obuses, mísseis e sistemas anti-blindagem, e isto é apenas uma amostra. Tais armas permitiram à Ucrânia maximizar sua vantagem no terreno, firmar a determinação das suas tropas e explorar as fraquezas militares da Rússia e a sua aparente falta de planeamento e preparação. Sem o envio desse material, Kiev poderia já ter caído.
Porém, apesar de a Ucrânia estar a regurgitar de armas e outros equipamentos militares, funcionários do Ministério da Defesa e combatentes voluntários admitem discretamente que não têm capacidade para absorver a ajuda. A maioria dos equipamentos e armas requer treino para poder ser usado o que, mesmo disponível, leva tempo. Da mesma forma, o afluxo de 16 mil ou mais combatentes voluntários estrangeiros pode parecer uma grande e inesperada vantagem, mas, na verdade, quase nenhum deles tinha experiência ou treino militar. De acordo com o pessoal do Ministério da Defesa e alguns dos soldados voluntários das forças especiais estrangeiras no terreno, eles eram, na maioria dos casos, pouco mais do que bocas extras a alimentar.
Economicamente, a Ucrânia sobrevive, mas apenas isso. As sanções contra a Rússia, que devem resultar numa contracção de cerca de 7% do PIB, não servem de guarda-chuva ao colapso de 45-50% do PIB que a Ucrânia enfrenta. Pelo menos 25% dos negócios estão fechados, embora o número daqueles que pararam completamente de operar tenha caído de 32% em Março para 17% em Maio. Mas o bloqueio dos portos ucranianos do Mar Negro - Mariupol, Odesa, Kherson, etc. - pela marinha russa impede tanto a importação de combustíveis para abastecer o sector agrícola como a exportação de grãos e outros produtos ucranianos. A incapacidade de exportar custa à economia ucraniana 170 milhões de dólares por dia. Enquanto isso, a Rússia tem como alvo armazéns de combustível ucranianos, silos de grãos e armazéns de equipamentos agrícolas, prejudicando cadeias de abastecimento já esfarrapadas. O sector de eletricidade está a enfrentar um colapso, pois muito poucos cidadãos e empresas ucranianas conseguem pagar as suas contas.
Maio não é apenas um mês agrícola crítico, é também quando a Naftogaz começa a comprar gás natural para armazenamento antecipando o frio do Inverno ucraniano. A gigante estatal de energia já estava em más condições antes da invasão, com o CEO a pedir ao governo ucraniano um resgate de 4,6 mil milhões em Setembro de 2021. Agora, com os mercados de gás muito apertados e sem fundos, não é claro como o país se poderá preparar para o Inverno, quando as temperaturas caírem abaixo dos 20 graus negativos. Para aumentar a perspectiva de um Inverno trágico em 2022/2023, a maioria das minas de carvão da Ucrânia está em Donbass, onde a ofensiva da Rússia continua.
A Casa Branca estaria a considerar anular a dívida soberana ucraniana, o que sem dúvida ajudaria Bankova (o equivalente ucraniano da Casa Branca). O mesmo se aplicará, entre outras medidas, aos 15 mil milhões de euros em títulos de dívida que a Comissão Europeia planeia emitir para cobrir os próximos meses da Ucrânia. No entanto, isso não trará de volta os mais de seis milhões de pessoas, principalmente mulheres e crianças, que fugiram do país. E se os homens fossem autorizados a sair, esse número decerto quase duplicaria.
Relatórios recentes de que 25 a 30 mil pessoas estão a voltar à Ucrânia todos os dias do exterior são encorajadores, mas a Ucrânia já enfrentava um problema de fuga de cérebros antes da invasão. Muitos cidadãos já tentavam deixar o país mais pobre da Europa. Antes da guerra, os ucranianos eram a terceira maior população imigrante da UE, depois de Marrocos e da Turquia. Hoje, a Agência Internacional do Trabalho estima que 4,8 milhões de empregos foram perdidos na Ucrânia, número que aumentará para sete milhões se a guerra continuar. E depois de muitos meses de guerra, as crianças ter-se-ão estabelecido em novas escolas no exterior, as mães estarão integrando-se no seu novo mundo, e ambas estarão esperando que maridos e pais se lhes juntem. Algumas voltarão à Ucrânia, claro, mas muitas darão prioridade ao conforto das suas famílias e às oportunidades para os seus filhos em detrimento dos apelos ao patriotismo.
Mais perturbador, muitos ucranianos que permaneceram no seu país começaram a perguntar-se como será ele reconstruído. A guerra rompeu o tecido social. Uma mãe de Poltava disse não confiar mais nos vizinhos que conhecia há 40 anos, pessoas que considerava como família antes da invasão. Um jovem voluntário, ex-activista da sociedade civil, descreveu a caça aos sabotadores e como começou a ver simpatizantes russos em todo o lado. Os ucranianos que têm o russo como língua materna, e que representam pelo menos um terço da população, sentem-se desconfortáveis ​​ou até com medo de usar a sua língua. A confiança foi quebrada, mesmo se o nacionalismo cresceu. Não importa a rapidez com que a Rússia recue, a reconstrução de comunidades será um desafio.
O governo dos EUA decidiu em Maio reenviar simbolicamente alguns de seus funcionários diplomáticos para Kiev, revertendo parcialmente a sua retirada rápida e derrotista quando assumiu que Kiev cairia em poucos dias. O presidente Biden nomeou finalmente um embaixador americano para a Ucrânia após mais de três anos de ausência. A mensagem que estes gestos e os da UE transmitem é importante. Mas apesar de nosso desejo de ver a sobrevivência da Ucrânia como uma história de David derrotando Golias, e de nos alegrarmos por lhe termos fornecido a funda, o país está grave e perigosamente enfraquecido.
A Ucrânia necessita mais do que de símbolos e mais do que de armas. Não perder não é vencer, e será necessário um longo e profundo compromisso do mundo ocidental para ajudar a Ucrânia a vencer e a curar-se.»

DE FACTO, SÓ NOS FALTAVA MESMO UMA GUERRA DAS ESTRELAS...

«“Número crescente” de objectos não identificados têm sido observados no céu, diz o Pentágono

17/05/22

GUERRA NA UCRÂNIA: OS RUSSOS TOMARAM MARIUPOL

Propaganda é isto: uma derrota que se quer transformar numa vitória.

«Ucrânia declara fim da batalha por Mariupol.»
«As Forças Armadas da Ucrânia deram como concluída a missão de combate das suas forças em Mariupol.»
Só me apetece dizer asneiras!

ALARGAMENTO DA NATO: ERDOGAN INSISTE NO BLOQUEIO À FINLÂNDIA E À SUÉCIA

Dado que a entrada de novos membros exige a unanimidade dos sócios, esperamos para ver que contrapartida irão os americanos propor a Erdogan. Volto a insistir: no fim, quem se vai lixar vão ser os curdos. 

GUERRA NA UCRÂNIA: COMPRAS DE GÁS RUSSO MANTÊM-SE NA UNIÃO EUROPEIA

A União Europeia, que não conseguiu chegar a acordo sobre a suspensão da compra de gás, recua no boicote, tendo dado luz verde às empresas para continuarem a importar da Rússia.

Por amor da santa, chamem adultos à sala! 

14/05/22

GUERRA NA UCRÂNIA: INSISTIR EM PENSAR PARA EVITAR UM DESASTRE MAIOR

HENRI GUAINO: «NOUS MARCHONS VERS LA GUERRE COMME DES SOMNAMBULES»

LE FIGARO - 12/05/2022

TRIBUNE - Dans un texte de haute tenue, l’ancien conseiller spécial de Nicolas Sarkozy à la présidence de la République relève des analogies entre la situation internationale née de la guerre en Ukraine et l’état de l’Europe en juillet 1914. Sans renvoyer dos à dos l’agresseur et l’agressé, et tout en distinguant le bellicisme de Moscou et le discours désormais martial de Washington, il s’alarme du durcissement des positions en présence qui ne laisse aucune place à une initiative diplomatique et à une désescalade.

GUERRA NA UCRÂNIA: RÚSSIA CORTA FORNECIMENTO DE ELECTRICIDADE À FINLÂNDIA

... na sequência do pedido de adesão à NATO do país que tem com a Rússia uma fronteira de mais de mil quilómetros.

13/05/22

GUERRA NA UCRÂNIA: DESENTENDIMENTOS NO SEIO DA NATO

Enquanto na União Europeia o boicote ao gás russo continua a levantar objecções de vários países, veio agora a Turquia, membro da NATO, anunciar ser contra a adesão da Finlândia e da Suécia.

Por amor da santa, chamem adultos à sala!

ELON MUSK SUSPENDE A COMPRA DO TWITTER

O multimilionário anunciou a decisão no Twitter...

Segundo o jornal Libération, as acções do grupo caíram cerca de 20% após o anúncio do recuo na compra. As acções da TESLA subiram 5%. 


JOÃO RENDEIRO: ASCENSÃO E MORTE

O ex-banqueiro foi encontrado morto na prisão de Westville, em Durban, na África do Sul

A cela onde se encontrava preso tinha 80 metros quadrados e era ocupada por 50 reclusos. Sempre se recusou a regressar a Portugal para cumprir a pena a que havia sido condenado. 


A MEDITAÇÃO DE SEXTA: «É APENAS UM POUCO TARDE»

«... Se o tema do AO se tem mostrado arredado das minhas preocupações, de Greta Thunberg tenho-me lembrado bastante. A miúda que envergonhava os adultos responsabilizando-os pela destruição de Gaia, a coqueluche da comunicação social que ia obrigar-nos a salvar o planeta qual venerável Gandhi de Estocolmo subtraídas umas décadas à idade e o dhoti ao guarda-roupa, sumiu-se das notícias, ofuscada pelo gás russo e pela firmeza de Ursula von der Leven. Em resumo. Em matéria ambiental, depois das baleias, os ursos, depois dos ursos, a pegada de carbono, e depois da pegada de carbono, qual salto quântico, a guerra. Neste ínterim, como diria o juiz Carlos Alexandre, mantêm-se imperturbáveis os crentes nos carros eléctricos e nas colónias marcianas de Elon Musk. (...)»

12/05/22

GUERRA NA UCRÂNIA: RÚSSIA GANHA MAIS 50% COM A VENDA DE PETRÓLEO

Apesar das sanções, a Rússia, comparativamente ao ano passado, aumentou as suas receitas com a venda de petróleo nos primeiros quatro meses de 2022 em 50%! 

A informação é da Agência Internacional de Energia (IEA).

Por amor da santa, chamem adultos à sala!

Entretanto, correm notícias que o fornecimento de gás russo poderá ser cortado amanhã à Finlândia na sequência da declaração de pedido de entrada na NATO. 


GUERRA NA UCRÂNIA: DA "DESNAZIFICAÇÃO" DE PUTIN ÀS LOAS DOS DEMOCRATAS AO BATALHÃO AZOV

Quando se começam a ler democratas a saudar a coragem, o patriotismo e a determinação dos moços do Azov, depois de termos ouvido Putin usá-los como pretexto para a invasão da Ucrânia, estaria na altura dos extraterrestres tomarem conta disto. Era só. 

E a propósito [a partir de 17:44]


GUERRA NA UCRÂNIA: FINLÂNDIA ADERE À NATO

«... An opinion poll last week put support in Finland for joining Nato at 76%, with 12% against, a big swing towards membership since before the invasion. (...)» 

O ESTADO DAS ARTES