Pelo menos foi o que eu percebi ao ler as declarações do inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, José Van der Kellen. E logo me ocorreu que, para os próprios, sempre será melhor do que tentar chegar de barco e afogar-se pelo caminho.Num país em se mede a contenção dos decotes, talvez fosse preferível pedir pudor às palavras. E não me refiro a "autismo".