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13/02/14

O Estado a que isto chegou.

Os cravos gigantes serão criados pela Joana Vasconcelos com a pele cristalizada de 40 toneladas de tomate (oferta da "Guloso") - cujas sobras reverterão para um mega-gaspacho na ponte 25 de Abril, confeccionado pro bono pelo Frater Sobral - e servirão para enquadrar, nas escadarias da Assembleia da República, a declamação por José Luís Peixoto (patrocinado pela República Democrática Popular da Coreia) do poema "Abril,  ó cucamandro, morrestes-mes!", enquanto, sobre o parlamento, adejará uma imensa gaivota-que-voa-que-voa montada a partir de 40 000 pensos higiénicos Evax Fina & Segura com asas.

Informação recolhida no blogue do João Lisboa, com mais desenvolvimentos poéticos aqui.

03/01/14

Como é que ela inconsegue uma coisa destas sem lhe subir o nível frustacional?


"O meu medo é o do inconseguimento, em muitos planos: o do inconseguimento de não ter possibilidade de fazer no Parlamento as reformas que quero fazer, de as fazer todas, algumas estão no caminho; o inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustacional derivado da crise."


Assunção Esteves, aqui

12/07/13

Das elites

Assunção Esteves chumbaria em qualquer exame de hermenêutica.

Veja-se a sua singela interpretação da frase de Simone de Beauvoir, "não podemos permitir que os nossos carrascos nos criem maus costumes".
Diz Assunção: "Carrasco significa qualquer elemento de perturbação. Sem querer ofender nada nem ninguém. Significa que quando as pessoas nos perturbam, não devemos dar atenção."

Se era para tamanha profundidade, mais valia ter citado a Simone de Oliveira.

Ler a notícia AQUI.