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14/02/13

Ainda é Carnaval?

Pensei que era piada, mas afinal é verdade. Relvas, o grande pensador, respondeu assim quando perguntado sobre o que achava do "tomar no cu": «"respeito e respeitamos" quaisquer opiniões de ex-membros do Governo.» 

Isto é pior do que o Partido Reformista do Eça e do Ramalho.
«De quem gosta mais, do papá ou da mamã?
«Respeito e respeitamos quaisquer opiniões de ex-membros do Governo.»

13/02/13

Portugal no seu melhor (ainda me estou a rir)

«(...) o especialista em impostos indirectos, Afonso Arnaldo, destaca que “a obrigação do consumidor final é a de pedir factura”. Não obstante, refere, “não tem a obrigação de conservar a factura”, pelo que se for “interpelado por um inspector do Fisco, pode dizer que a pediu e deitou fora”. »

LER AQUI

09/02/13

Portugal, uma questão de caracteres

Meus caros amigos, o mistério do currículo de Franquelim Alves está finalmente esclarecido.

Um assessor do primeiro-ministro - qual, não nos é dito, mas nós também não temos espírito inquisidor - terá ficado à rasca para sintetizar, sob a pressão inexorável do tempo, um texto de 8 mil para 500 caracteres.

Como eu o compreendo! Para o assessor anónimo, vai toda a minha solidariedade. Uma vez pediram-me para resumir o "Ulisses" de Joyce a 800 caracteres e só eu sei o que sofri.

15/02/12

Não me aguentei [e os crentes que se preparem...]

Governo PSD/CDS prepara encurtamento da Páscoa: Jesus Cristo morre crucificado e ressuscita no mesmo dia; acabou-se a Sexta-Feira Santa e a Última Ceia passa a lanche ajantarado.
Daqui via

12/01/12

"Portugal Sou Eu" seguido de "Tiro ao Álvaro" ou esta malta anda a comer cogumelos marados

«Álvaro Santos Pereira afirmou que Portugal "tem falhado" no que diz respeito às exportações de produtos nacionais, "tal como as natas".
O ministro da Economia deu como exemplo a forte indústria de cogumelos produzidos no Canadá, "que são colhidos e exportados no mesmo dia para o Japão", acrescentando que Portugal "tem falhado na estratégia de internacionalização dos [seus] produtos" e que, perante a situação de crise, "hoje é importantíssimo encontrar caminhos".
Para isso, o Governo, diz Santos Pereira, está a colocar no terreno o programa "Portugal Sou Eu", de forma a "mudar as mentalidades", até porque "a marca Portugal nunca verdadeiramente arrancou".»
Lido aqui, a partir daqui.

14/11/11

Viva o Alvarinho ou razão tem o João Lisboa: há comentários que valem mil posts

"O Alvarinho foi escolhido para ministro por duas razões, seguindo um reflexo irresistível do provincianismo local:
i) vem de um país desenvolvido,
ii) os seus méritos técnicos permitiram-lhe fazer carreira nesse el dorado místico, que é o conjunto probabilístico Universo-excluíndo Portugal; no seu caso específico, o Canadá.
Ambas as razões apontam para o amor e respeito por tudo o que é extranacional — tão pacóvios, quanto seculares em nós — como origem dessa opção.
Não é necessário esperar pelo fim de uma frase, para se sentir a brisa temperada a couve-galega e sopas-de-cavalo-cansado, evolando-se do patuá ministerial. Há uma subtil declinação beirã, se dúvidas restassem.
Sim, o Álvaro é um parolo, como demonstram as suas parolas declarações sobre assuntos triviais. A própria lógica, subjacente ao tema dos feriados, faria corar um pastor barrosão na sua simplicidade, o que dá boa medida do parolismo praticado pelo Álvaro.
Surpreendentemente — ou não, tratando-se claramente de um parolo enrustido — o Álvaro não aprendeu, nesse distante planeta Krípton da civilização superior canadiana, os rudimentos da boa prática académica e da honestidade intelectual.
É que há muita coisa que uma universidade canadiana pode modelar, ou transformar, no bicho-Homem, mas o bronco lusitano tem carapaça de titânio.
Parolamente, o Álvaro não saberá utilizar a internet, senão facilmente descobriria comparações entre níveis de produtividade e feriados para vários países do mundo anglo-germanicamente desenvolvido. Muitas vezes, ilustradas com profusão pornográfica de representações gráficas.
A leviandade domingueira com que o Álvaro tenta fazer passar cidadãos por aldeões medievais, é a mesma que assistiu à sua desautorização de um grupo de estudo afecto ao governo onde se integra, quando – no espaço de tempo que leva uma castanha a cair de um banco corrido —catalogou uma decisão do “seu” grupo como absurda.
Mas é bom técnico e veio de fora. Para quem é, bacalhau basta.", André
Descoberto aqui, com origem aqui.