13/10/23
04/12/22
GUERRA? QUAL GUERRA?
Não querendo ser desagradável, confesso que por vezes me apetece mandar os empolgados da guerra comer ração para animais. Da mais barata, naturalmente.
Quanto à notícia, é da BBC
Cost of living: People in Cardiff 'eating pet food'
25/11/22
14/09/22
A EUROPA CADA VEZ MAIS LIVRE E DEMOCRÁTICA OU A GINÁSTICA SUECA AGORA É OUTRA
Ainda este mês, dia 25, haverá eleições em Itália. A favorita para vir a ocupar o cargo de primeiro-ministro é Georgia Meloni que, acusada por muitos de representar a extrema-direita, vem insistindo em que não pertence a essa família política.
Em resumo: isto depois do Inverno e dos ucranianos entrarem na Crimeia é que volta tudo ao lugar!
09/09/22
CRISE ENERGÉTICA: NÃO QUERENDO ABORRECER NINGUÉM COM ASSUNTOS SÉRIOS...
29/08/22
AS SANÇÕES CONTRA A RÚSSIA QUE SUICIDAM A EUROPA: EM FRENTE CAMARADAS, O ABISMO É NOSSO
Uma análise assinada pela jornalista suiça de origem egípcia Myret Zaki. Alguns excertos traduzidos.
«... No final de Junho, o rublo tornou-se na moeda com melhor desempenho no mundo, atingindo o seu nível mais elevado em relação ao dólar em 7 anos. O PIB [russo] diminuirá em 6% em 2022, de acordo com o FMI, mas não 15% como fora previsto em Março. Analistas de Wall Street tinham previsto um colapso da Rússia.
Em Março, lembra-nos o “Business Insider”, a JP Morgan previra que o PIB russo cairia 35% no 2º trimestre. Para a Goldman Sachs, a economia do país experimentaria a sua maior contracção desde a implosão da URSS. Mas de Janeiro a Junho, o declínio foi de apenas 4% em relação ao ano anterior, graças a exportações acima do esperado, principalmente para a Índia. (...)
A estratégia [das sanções] estava extremamente bem montada. Excepto num "pormenor": a maioria dos países devia entrar no jogo e foi aí que a porca torceu o rabo. "A maior fraqueza das sanções, observa "The Economist", é que mais de uma centena de países, o que representa 40% do PIB mundial, não seguiram os Estados Unidos e a Europa, e não impõem nenhum embargo (parcial ou total ) à Rússia […] A maioria dos países não deseja implementar a política ocidental.”
(...) Países tão importantes como a China, Índia, Brasil, Arábia Saudita estão a fazer exactamente o contrário, continuando a sua cooperação com a Rússia. Do Dubai, pode-se voar sete vezes por dia para Moscovo. A dura realidade reside na influência insuficiente que as democracias ocidentais tiveram sobre o resto do mundo.
(...)
Mas a observação mais dolorosa é o preço exorbitante que o Ocidente é obrigado a pagar para punir os seus inimigos. É difícil escapar à sensação de autopunição face ao custo desproporcionado suportado pela Europa, onde uma crise energética sem precedentes se aproxima, falhas de energia eléctrica são anunciadas para este Inverno, picos de preços e recessão económica.
(...) a premissa básica estava errada. Em vez de serem indolores para o Ocidente e fatais para a Rússia, como originalmente se esperava, as sanções estão a mostrar-se pelo menos igualmente punitivas para a Europa. A assimetria é até invertida. “A Rússia poderia dar-se ao luxo de interromper todas as exportações de gás para a Europa por um ano sem grandes consequências para sua economia”, escreve Liam Peach, analista da Capital Economics, em nota citada pelo “Bloomberg” a 25 de Agosto. (...).
Inflação, escassez, insegurança são elementos que podem colocar as populações ocidentais contra os seus governos, quando o objectivo inicial das sanções era que os russos se voltassem contra o Kremlin.
(...)
Para “The Economist”, a conclusão é que o Ocidente será forçado a regressar às estratégias de “hard power”, ou seja, o poder militar, com um rearmamento maciço dos membros da NATO. Sem dúvida porque é nessa área que o Ocidente ainda tem uma vantagem muito clara.
Mas face a potências nucleares, poderemos manter esse tipo de raciocínio, ou ele é totalmente imprudente? Quando autoridades de Washington viajam repetidamente para Taiwan para dar palestras sobre a China, que resultado pode ser previsto de tal estratégia? Já antecipámos as consequências desta vez? (...)»
ARTIGO NA ÍNTEGRA EM FRANCÊS AQUI
25/08/22
VAI NO ORIGINAL EM INGLÊS QUE FICA MELHOR: «HEAT OR EAT?»
«À medida que o conflito na Ucrânia se arrasta, a Europa enfrenta um gigantesco teste social antes do Inverno, enquanto faz malabarismos com o crescente descontentamento, alimentado pelo aumento dos preços da energia e a pressão para cumprir as metas climáticas.
O grupo britânico "Don't Pay UK" está a pedir às pessoas que boicotem as contas de energia a partir de 1 de Outubro, enquanto o movimento "Enough is Enough", apoiado pelos sindicatos, iniciou uma série de comícios e acções em meados de Agosto pedindo aumentos de salários, tectos nos custos da habitação, baixa de preços na energia e alimentação e impostos sobre os ricos.
O agravamento do custo de vida em toda a Europa já fez com que trabalhadores em França, Espanha e Bélgica entrassem em greve nos sectores dos transportes públicos, saúde e aviação, pressionando por salários mais altos para ajudá-los a lidar com a inflação crescente.(...)
Seja qual for o caminho que eles [os responsáveis políticos] escolham, o próximo Inverno será atormentado pela agitação social, alertou Naomi Hossain (..).
"Se eu tivesse um cargo político, ficaria muito preocupada", acrescentou.»
LER O ARTIGO DA REUTERS EM INGLÊS AQUI
01/08/22
13/07/22
DÓLAR VERSUS EURO: É CHEGAR DEPRESSA AO DÉCIMO PACOTE DE SANÇÕES QUE ISTO VAI AO SÍTIO...
Evidentemente, para alguns destemidos guerreiros do sofá, isto resolvia-se se as pessoas não fossem tão egoístas e baixassem só um bocadinho o ar-condicionado ou, no Inverno que se adivinha, usassem um xailinho de lã dentro de casa.
MORAL DA HISTÓRIA: Não há nada pior do que um idiota que, do seu conforto, olha para o mundo e o vê à sua imagem e semelhança! E é o que não falta, caramba!
05/07/22
10/05/22
21/02/14
Uma piada seca chamada Europa
Salários em Portugal ainda deveriam baixar entre 2% e 5%, defende Bruxelas
18/02/14
24/10/13
06/10/13
04/07/13
Quando a Marine Le Pen ganhar eleições em França, chamem-se.
Desculpem-me qualquer coisinha, mas é que já não se aguenta o cheiro a tanto estrume sintético.
27/06/13
Tudo está bem quando acaba bem
A CGTP diz que a greve demonstra que "os trabalhadores exigem uma mudança de governo e de política".
A UGT acredita que, com a greve, vai ser possível "dar a volta ao governo".
Eu, pessoalmente, acredito que, enquanto a Europa não apanhar um cagaço valente vindo da extrema-direita, esta merda vai continuar a ser um calvário.
19/06/13
Uma bofetada, e não foi de luva branca, foi mesmo estilo murro directo à cana do nariz
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