16/08/24
MEDITAÇÃO DE SEXTA: «Os livros são para se comer»
12/10/22
25/08/22
DIZ QUE O RAPAZ QUE ESCREVEU ESTA PÉROLA FOI CONSIDERADO UM CHAMARIZ DE VISITANTES À FEIRA DO LIVRO DO LISBOA PELOS ORGANIZADORES DA MESMA
«Reparei desde pequena que os adultos vivem muito em casais, mesmo que nem sempre sejam óbvios porque algumas pessoas têm par mas andam avulsas como as solteiras, há casais de mulher com homem, há de homem com homem e outros de mulher com mulher. Há também casais de pássaros, coelhos, elefantes, besouros, pinguins – que são absurdamente fiéis –, quero dizer: há casais de pinguins e até golfinhos que podem ser casais. Tudo por causa de amor. O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhar para mesas de mil lugares».
03/08/22
DESCUBRA AS DIFERENÇAS
28/06/22
A LITERATURA DA TRETA E O ESTADO DO MUNDO
Pensar que as xaropadas que se publicam há anos sob o item Literatura — palavrosas, fúteis, inúteis, sempre cheias de boas intenções, empenhadas na formação moral de leitores cuja idade intelectual estagnou na primeira adolescência, algures entre a literatura para fazer chorar costureirinhas e uma espécie de neo-realismo requentado onde os pobres e oprimidos de antanho deram lugar a personagens que logo pela manhã problematizam a maldade universal — não têm nada a ver com o actual estado de coisas, é um erro crasso.
Havia de chegar o dia em as Lídias, os Valteres, as Patrícias e os Osórios deste mundo nos fariam pagar o preço.
23/06/22
19/11/21
11/02/14
Os biscoitos não provei mas a poesia é maravilhosa como é hábito em José Luís Peixoto
Por fim, fui à SPA levantar os biscoitos que têm um excerto de um poema meu na caixa em 4 idiomas. Gosto muito desse uso do poema e dos biscoitos. 10 cêntimos de cada caixa vão para o IPO de Lisboa.
"mãe, / às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo. / a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia/ mais bonita que tenho. gosto de quando estás feliz. // lê isto: mãe, amo-te." Não inventei nada.
19/04/13
O José Luís Peixoto inventou uma palavra nova e eu estou sem palavras.
Peixoto sobre Camões, aqui.
20/05/12
Leave the kids alone
A primeira (a ordem é aleatória, são todas péssimas…) é que existe um pediatra indignado por ter falhado nas farmácias um dos medicamentos prescritos para crianças que sofrem do chamado Distúrbio de Deficit de Atenção.
A falta de tal medicamento, cuja substância activa é o metilfenidato, um psicoestimulante que actua sobre o sistema nervoso central, “pode levar crianças a chumbar”. Desta vez nem o eduquês nem o ministro eram chamados à colação. A matéria ficava ao nível da ‘Lucy in the sky with diamonds’, mas, dizem, sem riscos de maior. E para menores.
Nas palavras do pediatra indignado, “As crianças querem estudar e não conseguem. Sem estudo e concentração não conseguem boas notas. Estão a ser empurradas para o insucesso escolar e até para a reprovação".
Ainda mal refeita do choque (I beg your pardon, o que é mesmo que andam a dar aos putos para eles terem boas notas?!), fiquei a saber, também através dos jornais, que numa escola do 1º ciclo de Portimão os recreios passaram a ser patrulhados por alunos e professores no âmbito do projecto PSP (Patrulha de Segurança do Pontal).
As equipas, constituídas por dois alunos por turma, terão que registar os colegas indisciplinados, cujos nomes serão depois exibidos em lugar público e bem visível. Com o cérebro ainda a oscilar entre os “queixinhas” do meu tempo e a Revolução Cultural Chinesa com os seus rituais de humilhação públicos, levo com a terceira notícia. Um livro sobre a crise em duas versões, uma para “miúdos de esquerda” e outra para “miúdos de direita”!
Como diria o Eliot, foi mesmo “very much reality” numa semana.
08/04/12
Do Camões ao valter passando pelo Herberto [descubra as diferenças]
24/01/09
Notícia de última hora [não, não é sobre o caso Freeport...]
Estou apaixonadoPelo meu romance.
No passado dia 7 de Janeiro, escrevi a primeira palavra daquele que começa a ser o meu próximo romance.
Este romance parte de uma ideia que tive em finais de 2005 e que, desde então, se tem vindo a multiplicar pelo infinito. Em 2007 e 2008, dediquei-me à investigação acerca de alguns temas importante para o mundo do romance. Fi-lo utilizando os mais diversos meios e constituiu uma descoberta pessoal que contruibuiu para que o projecto do romance se adensasse ainda mais.
E chegou o dia 7 de Janeiro.
Por muito boas razões, tive de interromper a escrita do romance na semana passada. Espero retomá-la amanhã. Já chamei as personagens para junto de mim. Algumas já começaram a chegar.
[da série «embirrações assumidas (IV)»; informação recolhida naquele sítio...]
17/12/08
O dartacão, agora a cores
Da série embirrações assumidas III02/12/08
E foi ele de Galveias ao México... (também pode ser o caso de ter bebido mescal marado mas acho pouco provável)
Chavela Vargas, Quisiera amarte menos
*que o José Agostinho Baptista me fez conhecer há muitos anos, numa época em que ainda não havia emos nem pérolas peixoteiras
19/11/08
Eu também mas é mais ao contrário e nem lhe perguntava nada
16/09/08
«I never read a book I must review; it prejudices you so»
Em comunicado, a Porto Editora informa que, dada a fraca qualidade literária da obra de Sherry Jones, renunciou à publicação em Portugal de A Jóia de Medina. Centrado na relação entre Maomé e a sua mulher Aicha (a tal que teria nove aninhos quando casou com o profeta...), o original esteve apalavrado com a Random House, porém o gigante da edição veio dar o dito por não dito, dizem uns, por A Jóia de Medina ser uma xaropada, dizem outros que por mero cagaço. Mas, mesmo atendendo a que a maioria dos romances históricos me dá sono, o facto é este: se o critério da qualidade literária pega... Oh! Oh!EM REDE
- 2 dedos de conversa
- A balada do café triste
- A causa foi modificada
- A cidade das mulheres
- A curva da estrada
- A dança da solidão
- A rendição da luz
- A revolta
- A terceira via
- A única real tradição viva
- Abrasivo
- Agricabaz
- Agua lisa
- Albergue espanhol
- Ali_se
- Amor e outros desastres
- Anabela Magalhães
- Anjo inútil
- Antologia do esquecimento
- Arrastão
- As escolhas do beijokense
- As folhas ardem
- Aspirina B
- ayapaexpress
- Azeite e Azia
- Bibliotecário de Babel
- Bidão vil
- Blogtailors
- Casario do ginjal
- Centurião
- Church of the flying spaghetti monster
- Ciberescritas
- Cidades escritas
- Cinco sentidos ou mais
- Claustrofobias
- Coisas de tia
- Complicadíssima teia
- Contradição Social
- Dazwischenland
- De olhos bem fechados
- Dias Felizes
- Do Portugal profundo
- Duelo ao Sol
- e-konoklasta
- e.r.g..d.t.o.r.k...
- Enrique Vila-Matas
- Escola lusitânia feminina
- Fragmentos de Apocalipse
- Governo Sombra
- Helena Barbas
- If Charlie Parker was a gunslinger
- Illuminatuslex
- Incursões
- Instante fatal
- Intriga internacional
- João Tordo
- Jugular
- Klepsydra
- Last Breath
- Ler
- Les vacances de Hegel
- Letteri café
- LInha de Sombra
- Mãe de dois
- Mais actual
- Malefícios da felicidade
- Manual de maus costumes
- Metafísica do esquecimento
- Mulher comestível
- Nascidos do Mar
- Non stick plans
- O Declínio da Escola
- O escafandro
- O funcionário cansado
- O jardim e a casa
- O perfil da casa o canto das cigarras
- Obviario
- Orgia literária
- Paperback cell
- Parece mal
- Pedro Pedro
- Porta Livros
- Pratinho de couratos
- Raposas a Sul
- Reporter à solta
- Rui tavares
- S/a pálpebra da página
- Se numa rua estreita um poema
- Segunda língua
- Sem-se-ver
- Sete vidas como os gatos
- Shakira Kurosawa
- Sorumbático
- Texto-al
- The catscats
- There's only 1 Alice
- Tola
- Trabalhos e dias
- Um dia... mais dias
- Um grande hotel
- We have kaos in the garden






