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20/02/10

A literatura portuguesa na alcova

Há dias o Ipsilon editava um trabalho sobre o erotismo na literatura nacional. O erotismo, o sexo, sei lá. Parece que a coisa está mal, por estas bandas. O erotismo, ou mesmo a literatura. O Autor do artigo confessava algumas limitações. Desde o MEC que se pode escrever fodido. Não se pode foder, mas pode-se escrever fodido. Ora o Autor confessa que, quinze anos depois, não se permite utilizar palavras começadas por c. Vão ser precisos mais MECs, mais quinze anos, até os escritores portugueses chegarem ao c.
Este Autor entrevistou Escritores e a todos perguntou se tinham jeito. Os entrevistados, incontornáveis, declararam que as cenas de camas são más - quando escritas por outros -, que os escritores portugueses - os outros -, não são mestres no género. O cronista em quem João Bénard da Costa encarnou também foi ouvido. Afinou pelo mesmo diapasão. Os escritores portugueses são muito bons a dizer que a literatura erótica portuguesa é fraca.
Post roubado com a devida vénia daqui e ilustrado por José Vilhena.