Desta vez acusou a Rússia de uma injustificada e brutal invasão... do IRAQUE.
Freud explica...
Freud explica...
Amnistia Internacional quer ver George Bush na cadeia (ler aqui)
Fernanda Câncio cita João Lopes.
A cena do par de sapatos contra Bush anda a fazer correr muita tinta. Uma manifestação nos EUA exigia hoje a libertação de Muntazer al Zaidi, mas o franco-atirador iraquiano arrisca-se mesmo a ser condenado. Pela parte que me toca, não sendo eu a Imelda Marcos, considerem que os ditos me pertenciam.
Iraq war my biggest regret, admitiu o Bush Júnior, a umas semanas de se pirar da Casa Branca. E a anedota só não tem mesmo graça por causa disto.*
Deixem-me que vos fale com franqueza. Afinal, a Pastelaria é minha. O Tony Blair tem cara de parvo. Tinha cara de parvo anglicano, tem cara de parvo católico. Claro que a presente constatação está longe de justificar que se impeça o Santo Papa de dizer de sua justiça – nem que fosse para garantir que «a terra girar em torno do sol é tão falso como não ter Jesus nascido de uma virgem». Não significa isto que esteja prestes a converter-me, tipo Zita Seabra ou assim. Acho, simplesmente, que as pessoas têm direito a enunciar o que pensam. Eu, por exemplo, penso que o Tony Blair tem cara de parvo.
Benazir Bhutto foi assassinada. Do atentado resultou a morte de mais 20 pessoas e, segundo a Reuters, pelo menos cerca de 70 paquistaneses já faleceram durante os tumultos que se seguiram ao desaparecimento da ex-primeira ministra a 27 de Dezembro, com as forças paramilitares do país a receberem hoje autorização para disparar à-vontade, em caso de alteração à ordem pública. Os votos de condolências surgiram de todas as partes do mundo, incluindo, claro, os EUA.
Bush é importante e importa-se. Dois vetos presidenciais recentes são a prova do quanto ele se importa.