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01/11/24
03/02/23
22/07/22
PONHAM ANTES O MILHAZES A TRADUZIR O ABRUNHOSA
Já me ri. Do cegueta do Abrunhosa, da embaixada da Rússia e do tradutor de pantufas.
21/06/22
GUERRA NA UCRÂNIA: DESNAZIFICAÇÂO VERSUS DESRUSSIFICAÇÃO - A ESCOLHA É SUA!
Putin usou o pretexto da desnazificação para invadir a Ucrânia.
Zelensky recorre à desrussificação para proibir a cultura russa no país.
Com tanta actualização do vocabulário, só pode estar tudo bem encaminhado [e sim, estou a par de quem invadiu quem...]
23/04/22
GUERRA NA UCRÂNIA: O ALFABETO E OS 59 DIAS DE GUERRA
... e enquanto as bombas continuam a cair na Ucrânia como se não houvesse amanhã — o aquecimento global metido na gaveta — leio que andam uns caramelos a discutir o cancelamento da letra Z! Só me apetece dizer asneiras.
30/03/22
OS URBANO-DEPRESSIVOS TOMARAM CONTA DISTO!
A Ucrânia passou de Celeiro da Europa para «Ucrânia, o "Cesto do Pão" da Europa».
São coisas destas que nos envelhecem...
04/02/22
MEDITAÇÃO DE SEXTA: «DIAS ASSIM»
«... Ignorante da história, fútil, literalista, castradora da linguagem e da imaginação, aguarda-se que a moda do cancelamento venha exigir desculpas a Flaubert pelo suicídio de Emma Bovary ou recomendar a Anna Karénina que consulte o Doctor Phil para tratar da depressão.»
16/01/13
Quando as Jonets deste mundo lixam o léxico é porque a coisa vai mesmo mal
As palavras humildade e compaixão andam pela hora da morte. É pena.
26/04/10
Como os temas fracturantes me aborrecem um bocadinho e de momento nada tenho a dizer roubei este post à Morgada de V. em troca de um éclair
Portugueses e portuguesas, cidadãos e cidadãs comunitárias (os)estrangeiros e estrangeiras de países terceiros, apátridas & apátridos, e todos & todas quantas/os lêem este/a magnífico/a post(a)Por razões que se prendem com o meu passado de resistente anti-guterrista, embirro com a mania de feminizar os plurais, tanto com a escola que defende o desdobramento em feminino e masculino, como com a que troca os o’s pelos @’s. Isto é uma embirração mansa que não justifica uma tomada de posição do Paulo Jorge Vieira, e só falo no assunto porque ontem recebi um email da minha própria irmã a convidar-me, a mim e a outros & outras, para uma cena vagamente alternativa na qual “todos e todas são bem-vindos(as)”, não fossem as todas achar que era uma cena só para todos ou os todos que isto é tudo deles. Passado o choque inicial (a minha própria irmã, educada nas mesmas escolas que eu!), estivemos a trocar ideias sobre o assunto no chat do Gmail. Ela diz que a linguagem é tributária da sociedade patriarcal em que vivemos, e que “enquanto não se encontrar outra solução”, acha “ofensivo” não precisar o género feminino sempre que o plural seja opressivamente masculino. Em suma, há que chamar os bois pelos nomes (e as vacas, acrescento eu). Aqui a comunicação foi cortada, o que me impediu de desenvolver esta linha argumentativa, mas soube pela minha irmã mais nova (que não andou nas mesmas escolas que eu mas herdou o meu extraordinário bom-senso, e também se riu do disparate) que o incidente abalou a sororidade que me une à minha outra irmã. Não sei como vou dizer isto aos meus pais, mas acho que a irmã que frequentou as mesmas escolas que eu, e que até há pouco tempo se regia pelas mesmas regras gramaticais, foi raptada por extraterrestres (ou extraterrestras). No entretanto, enviei à pessoa (homem, mulher ou transgénero) que usurpou o email dela (e provavelmente o Facebook também) esta crónica já antiga do Arturo Pérez-Reverte – que tem, mutatis mutandis, ideias com interesse, mas não parece ter ajudado muito os/as coisos/as.
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