
Lá bem dos fundos, retirei um livro muito antigo, que fazia as delícias de uma prima romântica e também as minhas: John, Chauffeur Russo, do produtivo rei do kitsch Max du Veuzit, que li durante umas tardes ensolaradas de Verão. E quem nunca tenha largado uma lágrima com um melodrama meloso, que atire o primeiro calhamaço.
John, Chauffer Russo, Max du Veuzit, Editora Romano Torres