Após a tão celebrada unificação da língua trazida pelo AO, a Associação de Professores de Português — dirigida então pela temível Edviges que, qual Padeira de Aljubarrota, o defendeu à espadeirada, degolando sem temor tudo o que fosse consoante muda que lhe aparecesse à frente — veio agora aconselhar como quem não quer a coisa que se permitissem excepções ortográficas nos exames de português para não prejudicar os alunos brasileiros que escrevem com grafia diferente.
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