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08/04/22

A MEDITAÇÃO DE SEXTA: «BOMBAS SIM, ESTALADAS NÃO!»

«... Entre os que se dispuseram a analisar o sucedido, os campos dividiam-se basicamente em dois: aqueles que achavam que o actor tinha estado muito bem e aqueles que achavam que o actor tinha estado muito mal. Poucos foram os que consideraram que o actor tinha estado assim-assim. Curiosamente, desta vez não li ninguém a citar erroneamente Voltaire. Como se tornou prática corrente, surgiram depois as desculpas públicas, versão actualizada e mitigada das distintivas autocríticas praticadas durante a Revolução Cultural Chinesa, dispensando-se agora o desfile pelas ruas do prevaricador com um cartaz pendurado ao pescoço, bastando uma pequena frase no Twitter. O princípio não será muito diferente, mas sempre é outro asseio.

Em geral, comungou-se de um certo espírito Miss Universo, com apoiantes e detractores do gesto do actor a concordarem que nos devemos bater pela paz no mundo. (...)»

A CRÓNICA COMPLETA AQUI

11/02/22

MEDITAÇÃO DE SEXTA: «O PROBLEMA COM AS MÁQUINAS»

 «... Instalado o clima prazenteiro, numa reedição do “não há rapazes maus” de Padre Américo traduzido entretanto por “não há imbecis irrecuperáveis” (convicção que os mais cultos insistem em alicerçar em Voltaire, embora — e pela quinquagésima vez! —, o francês nunca tenha dito: “Posso não concordar com o que dizeis, mas defenderei até à morte o vosso direito a dizê-lo”), quando Donald Trump perguntou se a lixívia não seria eficaz no combate à Covid 19 era demasiado tarde: o mal estava feito.»

O resto AQUI.

03/11/09

Nada de novo no reino de Portugal e dos Algarves

«Este mundo é um vasto naufrágio. Salve-se quem puder» (Voltaire, carta a Cideville, 28 de Janeiro de 1754)
Lido em A Aventura da Memória e Outros Contos, Voltaire, 2009, Estrofes & Versos