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24/04/09
02/12/08
E foi ele de Galveias ao México... (também pode ser o caso de ter bebido mescal marado mas acho pouco provável)
Da série embirrações assumidas II
Seguindo uma lebre levantada pela Ana, fui espreitar o blog daquele cujo nome evito pronunciar. Foi lá que encontrei estas pérolas.
«ALGUMAS COISAS QUE APRENDI ONTEM SOBRE O MÉXICO»
«Os emos no México são lindos. Existem em toda a parte e falam com voz muito frágil enquanto levam a mão à testa para quase afastar a franja. Há emos adultos. Nunca tive nada contra emos, agora tenho ainda menos. Além disso, aqui até há manifestações de emos, de que já ouvi falar bastante (...).*
«Nas estações de metro e nas carruagens de metro, há zonas onde só é permitida a entrada a mulheres e a crianças. Na estação, essas zonas estão separadas por um muro transparente. De um lado, só existem mulheres e crianças, do outro estão os homens, algumas mulheres e algumas crianças.»
*Sobre emos, eu, proprietária da Pastelaria, aconselho vivamente a leitura desta notícia que dá conta de confrontos entre emos, por um lado, punks, darks e góticos por outro, com os hare krishnas no meio.
E JÁ AGORA UM BOCADINHO DO MEU MÉXICO*
Chavela Vargas, Quisiera amarte menos
*que o José Agostinho Baptista me fez conhecer há muitos anos, numa época em que ainda não havia emos nem pérolas peixoteiras
19/07/07
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