Pessoalmente, temo que seja mais como diz aquele ditado: se não morrer da doença, morre da cura.
Também me lembrou aquela frase do Coluche: «Françaises, français, cette année c'était très bien, l'anné prochaine ce sera pire»
Pessoalmente, temo que seja mais como diz aquele ditado: se não morrer da doença, morre da cura.
Também me lembrou aquela frase do Coluche: «Françaises, français, cette année c'était très bien, l'anné prochaine ce sera pire»
O Presidente do Fundo Monetário Internacional, o socialista francês Dominique Strauss-Kahn, foi detido em Nova Iorque acusado de abuso sexual sobre uma empregada de hotel.
O velho Marx está com certeza a dar gargalhadas no túmulo. Enquanto Assis, o grande socialista, fala em arcaísmos, Dominique Strauss-Kahn, o grande capitalista, vem dar razão ao autor de O Capital (querem coisa mais arcaica?), reconhecendo que se acentuou "o fosso entre ricos e pobres". E se isto não são tempos interesantes, não sei o que são tempos interessantes.
Surpreendido pelos jornalistas à saída do seu encontro semanal com o Professor Karamba, o Ministro das Finanças reafirmou que só com muita, muita concentração Portugal conseguirá afastar as forças maléficas do FMI. Adiantando que o Professor Karamba ficara no interior do edifício a concentrar-se com toda a força mais um bocadinho, e recusando-se a mais declarações, Teixeira dos Santos entrou no carro rematando com ar compungido: May the force be with you.
SEVEN. The magnificent seven. The last frontier. Quem o disse foi o Teixeira dos Santos: depois do 7, o déluge.