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28/02/13

Rudolfo, o bipolar. E nós pagamos a este gajo?

Num país sério, este tipo ia para a rua, não ia?
Vamos lá ver. O referido, de seu nome Rudolfo Rebêlo, não é humorista. Não é cronista. Não é comentador. Não é deputado. Não é um cidadão anónimo a fazer uma graçola no facebook.
Este Rudolfo é assessor do primeiro-ministro. De primeiro-ministro, para ser mais exacta e preposicional.


Na terça-feira decide armar-se em piadético e tornar pública no seu mural no Facebook uma carta redigida por ele, assinada supostamente pela Lagarde e supostamente em resposta à carta do Tó Zé ao FMI (a carta não foi escrita para os amigos do Rudolfo no FB, é de acesso público).

Eu estou-me a borrifar para a Lagarde e para o Tó Zé. Mas até eu, que me estou a borrifar para a Lagarde e o Tó Zé, terei mais sentido de Estado do que este palhaço bipolar.
A coisa, ou seja, o país, oscila entre o circo e a creche. 


Parafraseando um ex-secretário de Estado, "vai tomar no cu", Rudolfo. Ou isso, ou chá.