O antigo banqueiro foi condenado a seis anos de prisão efectiva. Dado que a sentença permite recurso, o réu aguarda em liberdade, tendo o Tribunal exigido a entrega do passaporte.
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07/03/22
13/04/12
Febre dos fenos do colectivo dos juízes pode estar na origem da sentença do caso Portucale
O mistério das árvores que se auto-suicidaram — todas elas Quercus suber, espécie declarada em 2011 pela Assembleia da República "Árvore Nacional de Portugal" — foi ontem a enterrar numa cerimónia presidida pela juíza Laura Maurício e onde dominaram os beijos, abraços e parabéns. João Almeida, rapaz do CDS que à altura dos acontecimentos que dariam origem ao caso Portucale ainda andaria de fraldas, veio contudo garantir que se fez justiça: "A Justiça produziu os seus resultados ao fim de sete anos, mas produziu o resultado que sempre dissemos que seria o único que poderia produzir (...)"
Entretanto, fontes que preferiram o anonimato sugeriram que a sentença se terá devido ao facto do colectivo de juízes sofrer maioritariamente da chamada "febre dos fenos", o que logo à partida indiciava uma grande desvantagem para os sobreiros.
Uma testemunha presente na leitura da sentença jurou mesmo que um dos dos juízes, entre dois espirros e vários assoadelas, terá dito: "Por mim abatia-as a todas". Às árvores, subentenda-se.
10/11/11
01/07/11
30/03/11
Será que o ministro sabe o nome da senhora com quem casou?
10/08/10
06/08/10
Da justiça em portugal e não não me refiro ao fripór
Veio recentemente a público esse caso de sucesso exemplar em prol da saúde pública que foi a apreensão de 500 bolas de berlim nas praias algarvias!!!Agora que quatro desgraçados estão internados nos Capuchos correndo o risco de cegar, após terem sido operados numa clínica em Lagoa que nem sequer tinha licença para vender patas de veado, os por favor, por obséquio, peço desculpa, espero não incomodar, dominam nas declarações dos responsáveis Francisco Mendonça (delegado regional de saúde do Algarve) e Francisco George (director-geral de saúde).
O primeiro, apesar de reconhecer (a contra-gosto) que a I-QMed não estava sequer licenciada, não se coíbe de dizer estas coisas extraordinárias:
"A ARS do Algarve só teve a informação de que quatro doentes teriam sido intervencionados nesta clínica e que estariam internados num hospital em Lisboa. Perante esta notícia, como medida cautelar suspendeu-se a actividade da clínica";
"Nós tivémos esta informação no dia 27 de Julho mas nesse dia a clínica já estava fechada para obras. A clínica ainda recebeu a notificação da ARS no dia 28 de Julho e só poderá reabrir depois de apurados os factos pela inspecção-geral de saúde e depois de estar devidamente licenciada".
Resumindo
1. as bolas de berlim que nunca deixaram ninguém indisposto são apreendidas e ponto final;
2. uma clínica que anda a brincar aos médicos é suspensa quando ela própria já se suspendeu...
Como dizem em Alvor (que não é assim tão longe de Lagoa): Que te desse uma traçã no beraco desse cu, que tevesses sem cagar oito dias e quando cagasses só cagasses figos de pita inteiros.
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23/04/10
Inescrutáveis são os caminhos da Justiça ou o caso do Domingos Névoa só para ver se eu percebi bem
Domingos Névoa foi absolvido. Pelo que consegui perceber do que li — mas eu não sou versada em Direito — a coisa será mais ou menos assim.O Névoa ofereceu 200 mil ao Sá Fernandes para este parar de chatear a Bragaparques. So far so true.
Acontece também que a fundamentação "do crime de corrupção activa de titular de cargo público" estabelece "que é preciso que as funções do funcionário visado pelo suborno possibilitem que sejam praticados os actos pretendidos pelo corruptor" — assim sendo, os juizes ilibiram o empresário de Braga.
Ou seja, se bem interpreto a sentença: como o Sá Fernandes andava a chatear a Bragaparques na qualidade de cidadão e não de vereador e, além disso, de facto não teria poder para acabar com o processo em curso que chateava a Bragaparques, o tribunal concluiu que Domingos Névoa foi estúpido e tentou corromper a pessoa errada e vai daí absolveu-o.
Será isto?
15/02/10
05/02/10
Se isto não é suspeito que venha Moisés e faça da Pastelaria uma extensão do Egipto*
Ler aqui e aqui.* este post não respeita o novo acordo ortográfico e na Pastelaria nunca ninguém nos verá a escrever "EGITO". Aliás, não sei como as luminárias que tiraram o "p" a EGIPTO, suponho que com base no extraordinário argumento que não se pronuncia, resolvem a questão da palavra EGÍPCIO — será que nos vão obrigar a ler "EGÍTIO"?!
27/11/09
“Quando todos formos culpados então será a democracia”
Frase de Albert Camus em "A Queda" que reencontrei pela mão de Dinis Machado, aliás, Dennis McShade, no inédito agora publicado pela Assírio & Alvim, "Blackpot".Ouro sobre azul!
*os rabiscos são do Pedro Vieira
04/08/09
Paradoxos camarários: Felgueiras 0 x Isaltino 7 (ganha Felgueiras)
Embora, paisagisticamente, ache a Suíça o país mais chato do mundo e não seja apreciadora de charutos é só o que me apraz dizer [a ilustração é da Bela e o Monstro, claro]Nota: Como bem refere João Lisboa num comentário a este post, em rigor, Felgueiras levou com 3 suspensos [esta infomação consta no link da Bela]. Referia-me eu, porém, ao seu último julgamento do qual saiu ilibada. O que, mantendo a toada futebolística, significará que Isaltino, mesmo metendo 3, estava fora de jogo. Não conta para o resultado.
31/07/09
A Fátinha lá foi à vida dela e viva o estado de direito
Agora ficam a faltar, assim que me lembre, os casos de Isaltino Morais, Carolina Salgado (ou será Pinto da Costa?), Mesquita Machado (ou é que não há caso?), da Casa Pia, dos Submarinos, do Fripór, BPN, Portucale, Bragaparques... Com sorte e celeridade, ainda reabrem o caso Maddie e conseguem julgar o puto da rua de cima apanhado a abafar a mercearia.
01/08/08
Depois não estranhem se, daqui a uns anos, andarem em busca da Esmeralda perdida
Se a Esmeralda sobreviver a este circo, deveria, chegada a idade adulta, processar a justiça portuguesa. A última notícia que li sobre o seu caso rezava assim: Sargento Luís Gomes [agora sempre acompanhado do irritante epíteto de «pai afectivo»], dá autógrafos em feira de enchidos (...). Está tudo dito.
14/07/08
Coisas que gosto de ver escritas preto no branco
A «cultura de prepotência e de arbítrio dos tribunais plenários da ditadura generalizou-se nos tribunais comuns na democracia» até porque os magistrados transitaram do Estado Novo sem questões de maior, depois de terem sido «instrumentos de perseguição e até de eliminação dos democratas que então lutavam», Marinho Pinto.O resto aqui.
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