Martin Schulz, um senhor de quem nunca tinha ouvido falar mas que é presidente do Parlamento Europeu, acordou para a vida e cascou no modelo chinês. Chamou-lhe uma "sociedade esclavagista, sem direitos, uma ditadura que oprime implacavelmente o ser humano".
Entretanto cá, enquanto accionistas da EDP e da REN, as duas empresas chinesas a quem pagamos agora para ter luz vão embolsar aproximadamente 100 milhões em dividendos.
Chamem-lhes piegas.