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22/09/23
19/01/23
O COSTA É DE FACTO UM TRAPALHÃO DE PRIMEIRA — NÃO HÁ PACIÊNCIA
Mas se as declarações de rendimentos e património são obrigatórias, porque raio inventou a treta de um Inquérito que só se aplicaria então ao próximo governo (do qual o mais provável é ele nem ser primeiro-ministro?).
11/06/22
EM MATÉRIA DE HUMOR (INVOLUNTÁRIO) O 10 DE JUNHO FOI UM DIA GANHO
Entretanto, a cerimónia tinha começado com 90 minutos de atraso devido a um problema com o voo em Portugal e um neto de Marcelo Rebelo a residir em Inglaterra tinha-lhe telefonado a dizer que não podia ir...
Les portugais sont toujours gais (em inglês não rima).
10/06/22
E PORQUE UM MAL NUNCA VEM SÓ, NEM NUM FERIADO...
Por cá, Marcelo Rebelo de Sousa diz que "Portugal é o seu povo", ouvi-o de passagem falar se não me engano do avô dele (e um puto dizer que quando for grande quer ser soldado porque gosta muito (sic) das Forças Armadas), enquanto Costa garantiu que continua a trabalhar por um país melhor.
Resumindo: Viva Camões e o Xanax!
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23/11/21
O PAÍS ONDE ATÉ OS BANDIDOS SÃO DE PLÁSTICO
Rendeiro diz à CNN que tem saudades da Maria e das suas cadelinhas e o Presidente da República comenta.
Era só.
22/04/12
A pão e água e era pouco
Não há fome que não dê em fartura. Vem o ditado popular a propósito de uns dias me faltar assunto, em outros ser uma avalanche (espero poder continuar a escrever avalanche e não, obrigatoriamente, avalancha). Quando o assunto é isso, pois, fica uma pessoa em apuros para focalizar, verbo que tem vindo paulatinamente a substituir o démodé dissílabo focar e que me faz sempre lembrar alguém a espancar outrem na cabeça com binóculos, resultado talvez de ter consumido BD em excesso durante a juventude.
A semana passada, por exemplo, gostaria de ter falado da medida anti-tabágica anunciada por Paulo Macedo para proteger as crianças do fumo dos progenitores dentro de veículos fechados (nada foi dito, que eu saiba, sobre descapotáveis), medida que, naturalmente, faz o pleno com outra – a de querer encerrar a Maternidade Alfredo da Costa – esta última por razões obscuras (tão obscuras que nem a sagacidade de Marcelo Rebelo de Sousa as conseguiu desvelar).
Ia eu comentar as louváveis prioridades do ministro da Saúde quando tropeço noutro tema (neste caso musical): o hino do Movimento Zero Desperdício, com música de João Gil e letra de Tim, interpretado por cerca de 50 artistas de um largo espectro político (como sói dizer-se).
Começa assim:“Eu não sei o teu nome mas sei que te posso ajudar/Sei que andas a passar fome mesmo andando a trabalhar/ O que eu não aproveito ao almoço e ao jantar/ A ti deve dar jeito/ Temos de nos encontrar”.
Não vou falar da miséria das rimas nem dos pobrezinhos do antes do 25 de Abril (cada família tinha o seu…). Vou limitar-me, educadamente, a citar Mário Cesariny: afinal o que importa não é haver gente com fome// porque assim como assim ainda há muita gente que come.
A semana passada, por exemplo, gostaria de ter falado da medida anti-tabágica anunciada por Paulo Macedo para proteger as crianças do fumo dos progenitores dentro de veículos fechados (nada foi dito, que eu saiba, sobre descapotáveis), medida que, naturalmente, faz o pleno com outra – a de querer encerrar a Maternidade Alfredo da Costa – esta última por razões obscuras (tão obscuras que nem a sagacidade de Marcelo Rebelo de Sousa as conseguiu desvelar).
Ia eu comentar as louváveis prioridades do ministro da Saúde quando tropeço noutro tema (neste caso musical): o hino do Movimento Zero Desperdício, com música de João Gil e letra de Tim, interpretado por cerca de 50 artistas de um largo espectro político (como sói dizer-se).
Começa assim:“Eu não sei o teu nome mas sei que te posso ajudar/Sei que andas a passar fome mesmo andando a trabalhar/ O que eu não aproveito ao almoço e ao jantar/ A ti deve dar jeito/ Temos de nos encontrar”.
Não vou falar da miséria das rimas nem dos pobrezinhos do antes do 25 de Abril (cada família tinha o seu…). Vou limitar-me, educadamente, a citar Mário Cesariny: afinal o que importa não é haver gente com fome// porque assim como assim ainda há muita gente que come.
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