Estou apaixonado
Pelo meu romance.
No passado dia 7 de Janeiro, escrevi a primeira palavra daquele que começa a ser o meu próximo romance.
Este romance parte de uma ideia que tive em finais de 2005 e que, desde então, se tem vindo a multiplicar pelo infinito. Em 2007 e 2008, dediquei-me à investigação acerca de alguns temas importante para o mundo do romance. Fi-lo utilizando os mais diversos meios e constituiu uma descoberta pessoal que contruibuiu para que o projecto do romance se adensasse ainda mais.
E chegou o dia 7 de Janeiro.
Por muito boas razões, tive de interromper a escrita do romance na semana passada. Espero retomá-la amanhã. Já chamei as personagens para junto de mim. Algumas já começaram a chegar.
[da série «embirrações assumidas (IV)»; informação recolhida naquele sítio...]
Pelo meu romance.
No passado dia 7 de Janeiro, escrevi a primeira palavra daquele que começa a ser o meu próximo romance.
Este romance parte de uma ideia que tive em finais de 2005 e que, desde então, se tem vindo a multiplicar pelo infinito. Em 2007 e 2008, dediquei-me à investigação acerca de alguns temas importante para o mundo do romance. Fi-lo utilizando os mais diversos meios e constituiu uma descoberta pessoal que contruibuiu para que o projecto do romance se adensasse ainda mais.
E chegou o dia 7 de Janeiro.
Por muito boas razões, tive de interromper a escrita do romance na semana passada. Espero retomá-la amanhã. Já chamei as personagens para junto de mim. Algumas já começaram a chegar.
[da série «embirrações assumidas (IV)»; informação recolhida naquele sítio...]
17 comentários:
Chamaste-as pelo nome? E responderam? Então é bom
É bom. É muito bom. Reconheço. Mas ainda tem muita côdea para roer até poder aspirar a beijar os tornozelos da Lau Lau.
Oh! julguei que falava do seu... romance...
qual romance?!
José Luis Peixoto assume "humildemente" o seu estatuto de "rock-star" no pequenino meio literário português, relatando o correr da escrita do seu romance ao invés da descrição da gravação do álbum.Uma verdadeira pedrada no charco...mediático.Tal como o foram os cartazes de promoção do último livro,onde o seu retrato ocupava quase todo o espaço disponível, relegando o livro para um canto...
Resta saber se com tantos afazeres no seu blogue sobrará algum tempo para a escrita do dito romance...
P.S.:Vale a pena ler o texto NOT DEAD no blogue do José Luis Peixoto.E de seguida ler os comentários...
Lamento mas vou ter que chegar atrasado. Tenho assim uma vantagem - enquanto não entrar, não serei morto pelo autor. Opps.
Desculpa, Cristina, penitencia-me com uma alcofa de queques de alfarroba. Pensei que o «rimance» era teu...
Lau-Lau? Hummm...
Não aproveitaste... aproveitasses!
http://lishbuna.blogspot.com/2009/01/o-pensamento-filosfico-portugus-ix-jos.html
Menina Gertrudes, saiba que acatei a sua sujestão de ler NOT DEAD, e os respectivos (32) comentários (eram esses no momento e não comentei), mas tive de sair a meio, moribundo...
Não se faz, menina Getrudes!
fallorca, agora ofendeste-me. não há alfaborra que te redima. e já o ademar percebeu o mesmo... mas vocês são malucos, ou quê? eu, apaixonada pelo meu romance?!!!
joão, o peixoto é inesgotável.
gertrudes, acatarei tb. a sua sugestão. só espero não ficar moribunda como o fallorca
Não sei o que aconteceu consigo, Ana Cristina, depois de ler o Not Dead, mas fiquei muito curiosa sobre o destino daquele punk, tadito. :) eh eh
Cumprimentos.
Oh, Cristina, foi um lapso, remela visual, migalhas de queque de alfarroba... Mas tu não gostavas de escrever um romance, ou não estiveste para publicar um romance na Teorema?
(juro por Alá que ainda estou em jejum, ainda não fumei nada o dia todo, é a crise...)
fallorca, não inventes tentando fugir com o rabo à seringa (e isso da teorema era apenas um esboço de contos)
Ah, tem fundamento. Não me contaram foi tudo, ou ouvi mal.
Tréguas?
Pst... Tréguas ou queques? De alfarroba, bem entendido
Ana, não sei se conhece, mas talvez isto possa contribuir para a embirração... http://lishbuna.blogspot.com/2009/01/o-pensamento-filosfico-portugus-ix-jos.html.
Entretanto, já vi que e Ana conhece...
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