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15/03/24
12/06/13
05/06/13
07/02/13
Parem as máquinas! Finalmente um momento de alta política: "Trotski é culpado pelos crimes de Estaline?", pergunta Álvaro a Mariana.
18/05/12
O coiso
Segundo o Ministro Álvaro, o coiso deve ser resolvido de mãos dadas, em irmandade, e meter patrões, trabalhadores, sindicatos, Estado e partidos à esquerda e à direita, numa espécie de orgia de grupo.
O Tó Zé acaba de ser convidado para o coiso e congratulou-se.
O Tó Zé acaba de ser convidado para o coiso e congratulou-se.
24/02/12
Allô! Allô! Aqui planeta Terra

Álvaro diz que é absolutamente essencial o alargamento em meia hora do horário de trabalho no sector privado.
E um tiro ao Álvaro, não?
23/01/12
Pérolas da coroa

Na China, os nata chamam-se dan ta e são muito apreciados. Nunca fui à China mas soube que Chris Patten, último governador inglês de Hong Kong e fanático das portuguese egg tarts, numa recente viagem ao território chegou ao aeroporto e disse: “Desembarquei às 16 e às 17.15 já estava a comer um pastel de nata”.
Dado que tal confissão é anterior à escandalosa comparação feita por Álvaro Santos Pereira entre pastéis de nata e frango no churrasco (“Será o pastel de nata diferente do frango no churrasco?”), devo concluir duas coisas.
Uma, é que os ingleses, não contentes por nos andarem a intrujar com Tratados desde 1373, nos querem agora roubar o nosso pastel de nata!
Outra, é que o ministro, ao comparar o incomparável, prova ser um péssimo gourmet, facto que – insondáveis são os caminhos da mente – me fez de súbito lembrar um verso de Mário Quintana: O que tem de bom numa galinha assada é que ela não cacareja.
Mário Quintana/Brasil, Brasil/ “árvore das patacas”, expressão que, naturalmente, me ocorrera ao ler Catroga: “50% do que eu ganho vai para impostos. Quanto mais ganhar, maior é a receita do Estado (…), isso tem um efeito redistributivo para as políticas sociais”.
Se alguns viram aqui um exemplo acabado de “pensamento mágico” descabido num economista; outros, um insulto aos portugueses a quem se exige sacrifícios diários, férias e feriados incluídos; logo houve quem declamasse Pessoa: Quem quer passar além do Bojador/Tem de passar além da dor.
Algo semelhante fora dito em prosa pelo Almeida Santos: “O povo tem de sofrer as crises como o Governo as sofre”. E não foi assim há tanto tempo.
Imagem
19/01/12
O Álvaro vai a todas: depois dos pastéis de nata os padres de Braga [na realidade, ele atirou-se primeiro aos padres e só depois aos pastéis]

Álvaro Santos Pereira, O Medo do Insucesso Nacional, 2009, 3€
Citado por António Cândido de Oliveira em artigo publicado hoje no Público, reproduzido por Joana Lopes aqui.
12/01/12
"Portugal Sou Eu" seguido de "Tiro ao Álvaro" ou esta malta anda a comer cogumelos marados
«Álvaro Santos Pereira afirmou que Portugal "tem falhado" no que diz respeito às exportações de produtos nacionais, "tal como as natas".
O ministro da Economia deu como exemplo a forte indústria de cogumelos produzidos no Canadá, "que são colhidos e exportados no mesmo dia para o Japão", acrescentando que Portugal "tem falhado na estratégia de internacionalização dos [seus] produtos" e que, perante a situação de crise, "hoje é importantíssimo encontrar caminhos".
Para isso, o Governo, diz Santos Pereira, está a colocar no terreno o programa "Portugal Sou Eu", de forma a "mudar as mentalidades", até porque "a marca Portugal nunca verdadeiramente arrancou".»
Lido aqui, a partir daqui.
O ministro da Economia deu como exemplo a forte indústria de cogumelos produzidos no Canadá, "que são colhidos e exportados no mesmo dia para o Japão", acrescentando que Portugal "tem falhado na estratégia de internacionalização dos [seus] produtos" e que, perante a situação de crise, "hoje é importantíssimo encontrar caminhos".
Para isso, o Governo, diz Santos Pereira, está a colocar no terreno o programa "Portugal Sou Eu", de forma a "mudar as mentalidades", até porque "a marca Portugal nunca verdadeiramente arrancou".»
Lido aqui, a partir daqui.
19/11/11
Os canadianos, esses sornas

Passo a explicar.
Antes de ser chegado o ano de 1961 (início da Guerra Colonial), o meu progenitor, cheirando-lhe que a coisa em África em breve se tornaria feia, resolveu abandonar o solo pátrio e fazer-se à estrada. Rumou à Alemanha.
Apanhou um táxi, e foi do Algarve a Hamburgo com passagem por Paris, cidade onde pôde observar pela primeira vez, ao vivo e a cores, Le baiser de l’hôtel de ville de Robert Doisneau.
Já em solo germânico, caiu em plena reedificação do país. Quando começaram a construir o Muro de Berlim, vivia na cidade e é, então, que sofre um ataque de apendicite aguda.
Estes dois factos não estarão relacionados, mas a posterior peritonite foi, sem margem para dúvida, consequência directa da infecção do apêndice intestinal.
Sobreviveu com dificuldade, para no fim ganhar um atestado que o dava como incapaz de fazer a guerra; voltou a Portugal de comboio, já Oliveira Salazar proferira a célebre frase Para Angola, rapidamente e em força.
Na fronteira, um membro da Polícia Internacional e de Defesa do Estado verifica o passaporte e estranha-lhe o regresso: a autorização de saída caducara há muito.
“O que foi o fazer à Alemanha?”, perguntou-lhe o homem.
“Aprender alemão”, respondeu meu pai.
“O senhor está ilegal. Qual a razão do regresso?”, insistiu o agente da autoridade.
“Constou-me que a Pátria estava em perigo!”, justificação que muito impressionou o PIDE que quase lhe faz continência, enquanto o meu pai acaricia o atestado que leva no bolso e remata o diálogo com um sonoro Schwein! à laia de despedida, escudado no hermetismo da deutsche Sprache.
Não fora, pois, a inflamação da membrana peritoneal paterna e eu seria patrícia de Angela Merkel, com direito apenas a 10 feriados anuais contra os 14 portugueses, o que explica decerto a pujança teutónica versus recessão lusa, se bem percebi o discurso do Ministro da Economia recentemente chegado de terras do Canadá onde, por acaso, o regabofe é igualzinho ao nosso.
14/11/11
Viva o Alvarinho ou razão tem o João Lisboa: há comentários que valem mil posts

i) vem de um país desenvolvido,
ii) os seus méritos técnicos permitiram-lhe fazer carreira nesse el dorado místico, que é o conjunto probabilístico Universo-excluíndo Portugal; no seu caso específico, o Canadá.
Ambas as razões apontam para o amor e respeito por tudo o que é extranacional — tão pacóvios, quanto seculares em nós — como origem dessa opção.
Não é necessário esperar pelo fim de uma frase, para se sentir a brisa temperada a couve-galega e sopas-de-cavalo-cansado, evolando-se do patuá ministerial. Há uma subtil declinação beirã, se dúvidas restassem.
Sim, o Álvaro é um parolo, como demonstram as suas parolas declarações sobre assuntos triviais. A própria lógica, subjacente ao tema dos feriados, faria corar um pastor barrosão na sua simplicidade, o que dá boa medida do parolismo praticado pelo Álvaro.
Surpreendentemente — ou não, tratando-se claramente de um parolo enrustido — o Álvaro não aprendeu, nesse distante planeta Krípton da civilização superior canadiana, os rudimentos da boa prática académica e da honestidade intelectual.
É que há muita coisa que uma universidade canadiana pode modelar, ou transformar, no bicho-Homem, mas o bronco lusitano tem carapaça de titânio.
Parolamente, o Álvaro não saberá utilizar a internet, senão facilmente descobriria comparações entre níveis de produtividade e feriados para vários países do mundo anglo-germanicamente desenvolvido. Muitas vezes, ilustradas com profusão pornográfica de representações gráficas.
A leviandade domingueira com que o Álvaro tenta fazer passar cidadãos por aldeões medievais, é a mesma que assistiu à sua desautorização de um grupo de estudo afecto ao governo onde se integra, quando – no espaço de tempo que leva uma castanha a cair de um banco corrido —catalogou uma decisão do “seu” grupo como absurda.
Mas é bom técnico e veio de fora. Para quem é, bacalhau basta.", André
29/08/11
Deixem-nos ter mais ideias e qualquer dia acordamos de estrela de David ao peito!
DECLARAÇÃO DE POBREZA
Eu, ____________________________________________ (nome), RG _________________________ (nº do RG) DECLARO, nos termos da Lei nº 7.115, de 29 de agosto de 1983 e, para os devidos fins, de que sou pobre na acepção jurídica do termo, não dispondo de condições econômicas para custear ________________________ (nome do serviço solicitado), sem sacrifício do sustento meu e de minha família.
Por ser a expressão da verdade, assumindo inteira responsabilidade pelas declarações acima sob as penas da lei, assino a presente declaração para que produza seus efeitos legais.
São Paulo, ____, de _____________ de 20__.
__________________________________
(assinatura)
O documento reproduzido acima é brasileiro. Para o pedir [segundo a lei estadual ou nacional (não sei)], e cito: "não é necessário apresentar nenhum documento com a Declaração de Pobreza. Garantir que as informações presentes na Declaração são verdadeiras é responsabilidade do declarante".
Se bem percebi as regras avançadas pelo Álvaro para se ter direito ao "passe social" (mas esta nova malta, comparativamente aos anteriores, comunica que é um horror...) será necessário exibir a declaração de IRS, provando assim que somos mesmo pobrezinhos.
Deixem-nos ter mais ideias e qualquer dia acordamos de estrela de David ao peito (versão boazinha, vá)!
14/08/11
Já que estamos na silly season… falemos de política
O tema pareceu-me apropriado, se não inspirador, particularmente à luz desta frase de Mark Twain: Suppose you were an idiot and suppose you were a member of Congress. But I repeat myself.
Creio que não estaremos muito longe da verdade se dissermos que, este ano, a abertura oficial da silly season ficou marcada pela entrevista de 14 de Julho a Lili Caneças.
Embora eu, pessoalmente, tenha apreciado sobretudo a deixa final de Lili, Obrigada eu. Não se esqueça de pagar o meu sumo, muitos houve que preferiram as revelações acerca do beijo trocado com Polansky, as leituras de Marx, os amigos maoistas ou as simpatias trotskistas da própria…
Ainda mal refeitos do extremismo de Lili, fomos informados que Nuno Fernandes Thomaz, do CDS, dera entrada na Caixa Geral de Depósitos como administrador-executivo, apesar de este nunca ter conseguido cumprir a promessa feita em 2005 — mandar construir um Museu da Bíblia a Norte e um parque tipo Eurodisney a Sul, tendo ficado por apurar se a ideia teria o beneplácito de Álvaro Santos Pereira, o Álvaro, ministro que nos fizera saber em Junho (ou seja, antes da abertura oficial da silly season e depois da dupla Pinho/Bidarra nos ter mandado rigorosamente p’ra outra banda) o quanto lhe aprazeria ver Portugal transformado numa Florida.
Em matéria de dress code, também se registaram alguns factos relevantes. Disputaram-se (e disputam-se) aventais, a Universidade Católica de Lisboa decidiu abolir os chanatos e as camisolas do Benfica, e o monárquico Rodrigo Moita de Deus garantiu que uma grande diferença entre os políticos de esquerda e os políticos de direita diz respeito ao guarda-roupa e [à] capacidade de transmitir a sexualidade. A direita costuma ser melhor nessas coisas, convicção tornada pública após a ministra Assunção Cristas ter abolido a gravata (esse símbolo fálico!) por razões energéticas e ambientais, esquecendo-se que muito pior do que as gravatas é a flatulência das vacas, animais que também estão sob a sua alçada.
Já depois disso aumentaram os transportes, foi anunciada a subida do IVA do gás e da electricidade e o fim de algumas comparticipações na saúde.
No entretanto, parece que alguém do PSD ligou para o 112 da Assembleia da República e o PS veio exigir um pedido público de desculpas. Temos oposição!
Creio que não estaremos muito longe da verdade se dissermos que, este ano, a abertura oficial da silly season ficou marcada pela entrevista de 14 de Julho a Lili Caneças.
Embora eu, pessoalmente, tenha apreciado sobretudo a deixa final de Lili, Obrigada eu. Não se esqueça de pagar o meu sumo, muitos houve que preferiram as revelações acerca do beijo trocado com Polansky, as leituras de Marx, os amigos maoistas ou as simpatias trotskistas da própria…
Ainda mal refeitos do extremismo de Lili, fomos informados que Nuno Fernandes Thomaz, do CDS, dera entrada na Caixa Geral de Depósitos como administrador-executivo, apesar de este nunca ter conseguido cumprir a promessa feita em 2005 — mandar construir um Museu da Bíblia a Norte e um parque tipo Eurodisney a Sul, tendo ficado por apurar se a ideia teria o beneplácito de Álvaro Santos Pereira, o Álvaro, ministro que nos fizera saber em Junho (ou seja, antes da abertura oficial da silly season e depois da dupla Pinho/Bidarra nos ter mandado rigorosamente p’ra outra banda) o quanto lhe aprazeria ver Portugal transformado numa Florida.
Em matéria de dress code, também se registaram alguns factos relevantes. Disputaram-se (e disputam-se) aventais, a Universidade Católica de Lisboa decidiu abolir os chanatos e as camisolas do Benfica, e o monárquico Rodrigo Moita de Deus garantiu que uma grande diferença entre os políticos de esquerda e os políticos de direita diz respeito ao guarda-roupa e [à] capacidade de transmitir a sexualidade. A direita costuma ser melhor nessas coisas, convicção tornada pública após a ministra Assunção Cristas ter abolido a gravata (esse símbolo fálico!) por razões energéticas e ambientais, esquecendo-se que muito pior do que as gravatas é a flatulência das vacas, animais que também estão sob a sua alçada.
Já depois disso aumentaram os transportes, foi anunciada a subida do IVA do gás e da electricidade e o fim de algumas comparticipações na saúde.
No entretanto, parece que alguém do PSD ligou para o 112 da Assembleia da República e o PS veio exigir um pedido público de desculpas. Temos oposição!
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