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02/07/13

Já foi ontem que o Gaspar se foi embora...

... e entrou para o seu lugar Madame Suápe que emprestará certamente um toque feminino ao cargo.
Em Portugal, ultimamente a realidade ultrapassa sempre a ficção. Deve ser por isso que a literatura é o que se sabe.

24/05/13

Das limitações cerebrais do ministro Vítor Gaspar ou outro nome para a pulhice

Há uma teoria corrente que diz que as mulheres são mais versáteis do que os homens e a prova disso é que as primeiras conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo.
Os exemplos não são particularmente elevados, mas servem: as mulheres seriam capazes de, em simultâneo, pôr a sopa ao lume, tinta no cabelo, falar ao telefone, contar uma história às crianças e pagar contas no HomeBanK, enquanto os machos se estiverem a fazer a barba e alguém tocar à porta é certo e sabido que se esvaem em sangue. 
A teoria vale o que vale, mas garantem os seus defensores que está alicerçada biologicamente numa organização diferenciada do cérebro segundo se trata de um cérebro masculino ou feminino. 

Eu, pessoalmente, tendo a achar que, no que respeita ao funcionamento do cérebro, sabemos pouco mais do que saberiam os nossos antepassados das cavernas, mas o caso de Vítor Gaspar tem-me levado a pôr a hipótese de estarem certos aqueles que afirmam que as mulheres são de Vénus e os homens de Marte, com o Ministro das Finanças a representar um caso extremo vindo de outra Galáxia.

O homem, e isso está patente em tudo o que diz e faz, sofre de uma deficiência patológica: é incapaz de estabelecer relações de complexidade mínima e de se desviar um milímetro do caminho previamente traçado, subindo-o step by step como se fosse guiado pela estrela dos Reis Magos, mesmo se uma multidão lhe grita cá de baixo que a cabana para onde se dirige não é de Jesus mas de Brian.

Vítor Gaspar lembra-me sempre a história do burro do cigano (ou do cavalo do inglês) que quando estava quase a conseguir viver sem comer... morreu.
O problema neste caso é que os burros somos nós, enquanto o Gaspar irá comer certamente para outra manjedoura daqui a alguns meses. É que mesmo que seja burro, parvo não é com certeza. Complexidades cerebrais para as quais não tenho explicação e ele muito menos por motivos óbvios.

20/01/12

Delírios lusos: Álvaro fala de pastéis, Gaspar fala de unicórnios

«(...) Depois de começar um ano crucial com a apresentação de um desvio, o ministro do rigor fala em viragens míticas e de unicórnios contra a mais elementar realidade. Talvez Gaspar saiba mesmo de algo que nós não saibamos, mas nesse caso pedimos que partilhe com o resto do país – caso contrário, podemos mesmo ficar preocupados.», Bruno Faria Lopes
Artigo completo AQUI (a partir DAQUI)