
Informa-nos também o artigo do Público que o gajo que não teve pejo em demolir a casa onde morreu Almeida Garrett, transformando-a num bunker de luxo, até possui uma aguarela da pintora, comprada há cerca de 20 anos na Galeria 111. Fiquei comovida!
Mas mais comovida fiquei quando, a propósito, me lembrei do Cesariny que um dia, no atelier dele, à pergunta sobre onde estava a Vieira da Silva que a própria lhe oferecera, retorquiu com elegância que a trocara por uma carcaça.
Na altura, recordo, achei a resposta educada. Pela parte que me toca, contudo, de momento só me ocorre isto: bardamerda.