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03/12/08

Foi debaixo do vulcão que Lowry concluiu que no se puede vivir sin amar


Agustín Lara, Noche de ronda


Agustín Lara, Arrancame la vida


Agustín Lara, Piensa en mí


Agustín Lara, Solamente una vez

17/11/07

O que Eu Disse ao Jornal Público sobre o «Debaixo do Vulcão»

Disse que mais depressa pertenceria ao Clube dos Amantes de Debaixo do Vulcão do que a um partido político
Disse que quando volto ao livro de Lowry não consigo reler as páginas finais porque já as sei de cor e são demasiado terríveis
Disse que não se deve recomendar o Debaixo do Vulcão a pessoas demasiado impressionáveis
Disse que me tinha apaixonado por um homem porque ele tinha o Debaixo do Vulcão na mesa de cabeceira mas que depois, como muitas vezes acontece, uma coisa não tinha a ver com a outra
Disse que o México do Lowry é o México. Ponto final
Disse que o livro de Lowry é um livro com tomates
Disse que nos dias de hoje, se encontrasse alguém a ler o Debaixo do Vulcão no comboio, convidaria esse passageiro para tomar um café
Disse que o Debaixo do Vulcão sobreviveu ao tempo, ao contrário de outros livros, como por exemplo, Os Cem Anos de Solidão, que vivem do efeito surpresa
Disse que o Debaixo do Vulcão é uma obra total. Talvez o último grande romance, à maneira de Tolstoi
E disse que era mesmo verdade que no se puede vivir sin amar

18/10/07

Debaixo do Vulcão - Notícia de Última Hora

Acabei de saber que esse romance extraordinário de Malcolm Lowry, Debaixo do Vulcão (há muito esgotado), voltou às livrarias, agora numa edição da Relógio D'Água. Corram a comprar! Este é um daqueles livros que separa águas: há os que o leram e há os que não sabem do que falam.
Aviso à navegação: trata-se de uma obra altamente perigosa desaconselhada a pessoas que prezam a saúde.

23/07/07

Coisas que vou descobrindo por aí

Malcolm Lowry
Late of the Bowery
His prose was flowery
And often glowery
He lived, nightly, and drank, daily,
And died playing the ukelele.
(in Epitaph)

05/07/07

A book a day keeps the doctor away

Com a chegada da silly season, é hábito considerar-se que há mais tempo para as letras. Não sei se isto é verdade ou não, porque a minha média de leitura mede-se, não pelo tempo de ócio, mas pelo número de quilómetros percorridos de comboio. Mas, para não destoar das altas temperaturas, este post inicia uma visita às prateleiras mais poeirentas das minhas estantes. Livros antigos, alguns deles esgotados nas livrarias oficiais, mas que ainda se encontram por aí. Começo por uma obra-prima chamada Debaixo do Vulcão, de leitura nem sempre digesta, e mesmo absolutamente indigesta nas últimas páginas. Para dizer a coisa como deve de ser: um valente murro no estômago. Em tempos apaixonei-me por um homem, por causa deste livro. Mas isso sou eu, que, já antiga, ainda sou do tempo em que os livros eram matéria de engate. Debaixo do Vulcão (no original Under the volcano), Malcolm Lowry, Livros do Brasil