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21/10/10

Politicamente são o que se sabe mas também precisavam de ter cara de parvos? [da série "já não há mafiosos jeitosos"]

André Figueiredo, chefe de gabinete de José Sócrates acusado de oferecer empregos à escolha e formado em Direito numa coisa chamada Universidade Internacional da Figueira da Foz, entretanto mandada fechar pelo Mariano Gago*
Rui Pedro Soares, militante do PS, ex-administrador da PT formado em marketing pelo IPAM com 13 valores, candidato a comprador do jornal SOL e apologista de criadas fardadas
Rui Paulo Figueiredo, ex-vereador da Câmara de Lisboa pelo PS, assessor do primeiro-ministro José Sócrates e ocasionalmente espião na ilha da Madeira
Paulo Penedos, ex-secretário nacional da JS, membro da Comissão Nacional do PS e candidato precoce a secretário-geral do partido quando o Guterres bazou
Fernando Medina, porta-voz do PS e grande conhecedor de blogues

Pedro Silva Pereira, ministro da presidência e, segundo o portal do governo, "autor de diversas obras e publicações na área do Direito" (sic)
Ascenso Simões, ex-deputado do PS, membro do Conselho de Administração da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos nomeado pelo governo

Nota: Pede-se encarecidamente aos clientes da Pastelaria que enviem fotos de outros canditatos à série JÁ NÃO HÁ MAFIOSOS JEITOSOS para leonardo(ponto)anacristina(arroba)gmail(pontocom).
As exigências são parcas.
1. Podem ser militantes de qualquer partido político
2. Dá-se preferência a candidatos até aos 50 anos
3. Valorizam-se os candidatos com cursos tirados ao domingo ou similares
4. Aceitam-se candidaturas de largo espectro: de grunhos a betos; de Vilar de Maçada a Massamá.
*acrescentado entretanto à lista

16/10/10

Eu cá por 15 mil euros casava-me mas nunca com o André Figueiredo [mal por mal antes um tipo do PS sem aquela boca de sapo]

15 mil euros por mês e não se fala mais nisso.
A acusação a André Figueiredo, um rapaz que estudou Direito numa coisa chamada Universidade Internacional da Figueira da Foz (por acaso mandada fechar pelo Gago), veio pela mão de outro militante socialista.
Vítor Baptista diz que o chefe de gabinete do secretário-geral do PS lhe ofereceu um lugar de gestor numa empresa pública à escolha, em troca da sua desistência à Federação de Coimbra.
Vítor Baptista não desistiu mas perdeu, entretanto, as eleições.
Por razões várias, as mesmas iriam ser realizadas de novo, mas ontem a Comissão Nacional de Jurisdição do Partido deliberou, por unanimidade, considerar nula a decisão da comissão organizadora das eleições para a Federação de Coimbra de ordenar a repetição do acto eleitoral.
O PSD já veio exigir um inquérito do Ministério Público, mas diz-me o dedo mindinho que o Vítor Baptista vai acabar com um processo por difamação.
Quanto a mim, continuo solteira e farta desta corja nascida das ervas.