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24/04/22

ELEIÇÕES FRANCESAS: AINDA BEM QUE NÃO VEJO TELEVISÃO!

Tive a infeliz ideia de espreitar os canais de TV portugueses a propósito das eleições presidenciais francesas. Estava num deles  não sei qual  um comentador nacional — não sei quem é  a afirmar cheio de convicção que as pessoas, porque vivem mais anos, podem  e devem (sic)  trabalhar até mais tarde. Rematava o referido que, afinal, ninguém quer passar os dias sentado num banco de jardim. Só lhe faltou relembrar que o trabalho liberta. 

Quem será o iluminado? Por uma fracção de segundo ainda pensei voltar atrás na box, mas logo preferi ir para o quintal apanhar a merda das cadelas. 


10/10/13

Passos Coelho no Quem Quer Ser Pobrezinho?

Pelo que leio e vejo o Primeiro-Ministro ontem esteve muito à-vontade na televisão. Não cantou a Nini, mas pronto, também não se pode ter tudo.
Como se escreve no Delito de Opinião, só se esqueceram de lhe fazer uma pergunta.



11/05/09

Nostalgias em cadeia ou vice-versa



Não sou nada obediente. Apesar disso, gosto imenso daquela frase do Rantanplan em que ele diz: «Finalmente alguém que sabe mandar!».
O Pedro Correia, do Delito de Opinião, passou-me uma corrente: 15 séries de televisão que me tivessem ficado na memória. Raramente alinho em correntes mas o e-mail do Pedro acabava assim: «É mesmo para responder, está bem?»
E, vai daí, obedeço.

Columbo (com o fabuloso Peter Falk)
Hitchcock Apresenta (lembro-me sempre do episódio em que os polícias acabavam a lambuzar-se com a arma do crime)
Space 1999 (o guarda-roupa era imbatível)
Bonanza (ainda hoje sei trautear a música do genérico)
Eu, Cláudio (uma versão literal do "estes romanos são loucos!")
Soap (quando os temas fracturantes tinham graça)
Monty Phyton Flying Circus (com carneiros a cair em cima do apresentador do telejornal…)
Twin Peaks (embora, a partir de dada altura, aquilo nunca mais acabasse)
A Visita da Cornélia (será que sobreviveu ao tempo?)



Os Vingadores (o glam ao serviço de Sua Majestade)
A Música e o Silêncio (o António Vitorino d’Almeida sem a Bárbara)
Homem Rico, Homem Pobre (com o Nick Nolte)
Seinfeld (muito, muito feios, mas com muita, muita graça)
Casei com uma feiticeira (por causa do nariz, claro)
Casarão (lembro-me que a Elis Regina cantava "Fascinação" no genérico e aquilo era mesmo de fazer chorar as pedras...)
[nota: a ordem é aleatória e tive de me esforçar muito, mas, entretanto, ainda podia acrescentar o Blackadder, com o Mister Bean a contracenar com o Dr. House, a Balada de Hill Street, que ficava mais ou menos no bairro da Bela Vista lá do sítio, ou o Detective Cantor, como é que me fui esquecer dessa?]

08/08/08

Morte em directo: um dia ia acontecer

E ninguém parece muito preocupado com o assunto... Em 1976, sem nenhum assalto disponível ao virar da esquina, Sidney Lumet já tinha anunciado que a televisão nunca mais seria a mesma.

Trailer de Network, Sidney Lumet (1976)