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24/02/11
Aviso especialmente dirigido aos clientes do sexo masculino que visitam esta Pastelaria

14/12/10
A malta do portal SAPO também deve ter tirado um curso de inglês técnico por correspondência

Julian Assange, criador da Wikileaks, foi libertado sob fiança após ter sido ouvido por um juíz no processo em que estava acusado de violação e abuso sexual.
Deixemos de lado o facto de o "foi libertado" não ser um facto (Assange terá de aguardar na prisão um eventual apelo dos advogados de acusação que têm 48 horas para contestar a sentença) e passemos ao que importa.
Julian Assange não estava acusado!!!??? de "violação" porra nenhuma. Toda a gente já está farta de saber que a acusação é de "sex by surprise", na sequência da queixa feita por duas louras suecas que foram voluntariamente com ele para a cama.
E isto sempre faz alguma diferença, pelo menos para mim que não sou sueca.
12/12/10
Não vem no Wikileaks nem ninguém lhe perguntou nada mas José Manuel Fernandes garante que não esteva na cama com Assange*

*Dadas as óbvias conotações sexuais que este caso vem assumindo, talvez estivesse na altura de alguém desenterrar o Reich.
10/12/10
Enquanto não mando imprimir a T-shirt com os dizeres surprise me! [if you know what I mean] deixo-vos com a Morgada de V. que ficam muito bem

“But the Almighty Lord hath struck him,
and hath delivered him into the hands of
a woman.” — The Vulgate, Judith, xvi. 7
Nietzsche dizia que a prova da inferioridade das mulheres se via no facto de terem passado milénios na cozinha sem terem desenvolvido uma teoria geral da nutrição, mas isso foi porque levou tampa da Lou Salomé e da Cosima e por causa de umas sanchas que lhe caíram mal.
and hath delivered him into the hands of
a woman.” — The Vulgate, Judith, xvi. 7
Nietzsche dizia que a prova da inferioridade das mulheres se via no facto de terem passado milénios na cozinha sem terem desenvolvido uma teoria geral da nutrição, mas isso foi porque levou tampa da Lou Salomé e da Cosima e por causa de umas sanchas que lhe caíram mal.
Ceci dit, há que reconhecer que nem sempre usámos os ingredientes ao nosso dispor para cozinhar a revolução. Exemplos históricos da união feminina em prol da mudança social? Lísistrata & as Mães de Bragança.
Dir-me-ão que o primeiro caso é de ordem ficcional, e o segundo é mau demais para ser verdade, mas é não ter em conta o poder dos arquétipos na conformação da realidade. Em ambos os casos, as mulheres usam o sexo com a mesma extensão dos poderes do Presidente da República: vetam. Dar o corpo ao manifesto, que é bom, népias.
O que faz o mulherio, nomeadamente de esquerda, perante o cerco à liberdade de expressão que nos preocupa a todas? Googla fotos do Assange e suspira (...). Ora os tempos que atravessamos exigem novas formas de luta, formas criativas de luta. Quando alguém é vítima de uma acusação caluniosa, não falta quem venha dizer “somos todos vítimas-de-manobras-caluniosas”, numa espécie de “je m’accuse” solidário; como não podemos ser o Assange, resta-nos o “queremos todas ser surpreendidas pelo Assange”.
Enfim, para quando um movimento “Surprise me”? Seria uma espécie de let’s call the girls bluff of, porque ninguém ignora que a acusação de violação – mesmo a violação between consenting adults, como parece ter sido o caso – tem o poder de uma mancha de crude a alastrar pelo oceano, indeferindo liminarmente o contraditório e levando ao arquivamento do sentido crítico da opinião pública internacional.
Mulheres de todo o mundo, uni-vos! Não é só a liberdade das sociedades ocidentais ou a reputação do Assange que justifica o apelo às armas, é também a reputação feminina que está em causa: aquela loira gira que acusa o Assange e a outra que não aparece nas fotos mas também não deve ser má são as últimas de uma longa lista de castradoras sexy encabeçadas por Salomé, Judite e Dalila, o mito da mulher que faz perder a cabeça ao desprotegido sexo forte.
Urge demarcarmo-nos destes baixos agissements. Acredito que nem todas achem o Assange simpático, que haja quem prefira homens mais baixos ou mais gordos, ou que agora não lhes apeteça; mas a causa da liberdade exige sacrifícios e abnegação, e as refractárias podem sempre seguir os conselhos das Braganza mothers’ mums: lie back and think of Sweden.
01/06/10
Eu sei que não devia personalizar mas o que é que João César das Neves poderá ter contra os meus orgasmos?
João César das Neves tem uma coluna onde escreve sobre coisas. Desta vez a coisa era o narcisismo.
No essencial, concordo com ele: o narcisismo raramente é aceitável, excepto, por exemplo, se o João César das Neves fosse o Gregory Peck e eu a Rita Hayworth.
Mas se quanto ao narcisismo ok,o mesmo já não posso dizer dos orgasmos.
Dando a César o que é de César (e os orgasmos para quem os queira...), escreve o próprio: “por detrás de leis como o aborto, divórcio, procriação artificial, educação sexual e outras está o totalitarismo do orgasmo”.
Totalitarismo do orgasmo?!
Pus-me a pensar. Primeiro, ocorreu-me aquela expressão “o que é bom nunca foi demais”; depois lembrei-me de um episódio já antigo, passado com uma figura pública cujo nome não interessa para a história.
Estávamos num daqueles simpáticos jantares anos 80 onde, em consciência, ninguém sabia quem pagava a conta. Comemorava-se qualquer coisa ou era o lançamento de qualquer coisa. A figura pública, tida por especialista em medicina oriental e temas adjacentes, pontificava numa mesa totalmente feminina.
Dado que as conversas são como as cerejas, foi o referido especialista passando da sopa fria de melão para a acupunctura, do filet de thon para a celulite, do carpaccio de canard para a macrobiótica, da mousse de manga para a astrologia chinesa e da astrologia chinesa para o ioga tântrico estava-se mesmo a ver.
Chegados aos digestivos, iam altas as confidências. Tendo tido o bom gosto de nos poupar aos pormenores à mesa, o especialista declarara-se praticante exímio da difícil modalidade. E sem que ninguém lhe perguntasse nada, garantia que, com ele, numa só noite qualquer mulher atingia pelos menos dez orgasmos.
Dez orgasmos?! engasgámo-nos em uníssono eu e uma amiga do peito. E acrescentámos também em coro, engolido o Jameson muito em voga nessa época, para grande desconsolo do nosso contorcionista: Que canseira!
Não sei se é a este tipo de totalitarismo que se refere João César das Neves mas se for estou com ele e a minha amiga também.
Post inspirado daqui
30/07/09
Também não é preciso tanto exagero e não, não é um post sobre as promessas eleitorais de José Sócrates
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