
«A República Portuguesa, essa jovem de 100 anos, está longe de constituir a sociedade justa que Platão compôs n'
A República, no século IV a.C. Trata-se de um "diálogo socrático", género literário em prosa: todo o diálogo é narrado na primeira pessoa, por Sócrates, que desafia o interlocutor à discussão para, através da ironia e da maiêutica, fazerem uma descoberta dialogante da verdade e chegaram ao ideal da sociedade justa. No Politéia de Platão, tal como na República do 5 de Outubro, a educação é o núcleo da justiça social, pois permite seleccionar e avaliar as aptidões de cada um. Ora, dividida a alma platónica em três partes, resta saber em quem é que, nos cem anos da nossa República, predomina o apetite, a coragem e a razão.»
Aqui, a partir
daqui e do que eu mais gosto é da definição de “diálogo socrático”:
género literário em prosa em que todo o diálogo é narrado na primeira pessoa.
Por muito menos do que isto o meu querido professor José Trindade Santos dava-lhe com A República na cabeça.