A presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, foi a personalidade escolhida para homenagear a 10 de Junho, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, as mães, mulheres e irmãs dos militares destacados para a Guerra de África nas décadas de 60 e 70 do século passado, mas também daqueles que hoje participam nas missões de apoio à paz
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21/05/13
16/12/12
O mundo não é perfeito
Parafraseando
o humorista norte-americano Lewis Black: in my lifetime,
we’ve gone from Isabel do Carmo, membro das Brigadas Revolucionárias, to Isabel do Carmo, médica endocrinologista.
E we’ve gone from Isabel do Carmo,
médica endocrinologista, to Isabel Jonet, nutricionista ao
serviço da governação.
Declaração de interesses: nunca recusei contribuir para
o Banco Alimentar.
Dito isto, permito-me citar duas pessoas. Uma é o bispo brasileiro Hélder Câmara:
“Quando alimentei os pobres chamaram-me santo, mas quando perguntei por que há
gente pobre chamaram-me comunista.”; a outra é Eduardo Galeano, escritor
uruguaio que teve a sua boa quota de exílios: “Eu não acredito em caridade. Eu
acredito em solidariedade. Caridade é tão vertical: vai de cima para baixo.
Solidariedade é horizontal”.
Tudo isto devia ser inútil, 51 anos depois de
Buñuel ter realizado “Viridiana”, mas, e para retomar Lewis Black, considerada a
progressão de políticos… qualquer dia estamos a votar nas plantas…
Isabel Jonet
não faz política profissional, é tão-só uma profissional. Uma profissional da
caridade com opiniões fortes.
Opina, por exemplo, sobre os gregos: “adoram discutir, dificilmente conseguem
chegar a uma solução. Gostam tanto de debater e discutir que para eles a tomada
de decisões é mais difícil que para outros povos, como os alemães, que são mais
práticos e cumprem as decisões, mesmo que sejam incorrectas. Os gregos não, põem
tudo em causa… E é muito difícil governar assim”.
Podemos deduzir, então, sem risco de deturpar as suas
palavras, que Isabel Jonet se veria grega se tivesse de governar a Grécia, ao
invés da Alemanha onde a coisa seria fácil com um único senão: não foram os
alemães que inventaram a democracia.
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