26/05/08

Se uma gaivota viesse/ trazer-me o céu de Lisboa [entre Julho 05 e Dezembro 07] / no desenho que fizesse [oferecia-o ao Amado]

Ou como disse em tempos, mais prosaicamente, a Ana Gomes: «Não se vai a Guantánamo vender sabão».

2 comentários:

Ademar Santos disse...

Uma gaivota voava, voava... E nenhum desenho levava no bico para oferecer ao seu Amado. Ainda que tão frequentemente o amador se converta na coisa amada (literatura, creio, de cordel). Por isso, dispensável...

Jose Martins disse...

E até deveria ser bom negócio a Aninhas de Timor ele lá vender umas caixinhas...