19/06/11

Da cidadania às hortas do Continente: é o progresso, estúpido!

Os mais novos talvez não se lembrem, mas o arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, monárquico, ecologista e homem encantador, bateu-se há um bom par de anos (na longínqua década de 80) pelas "hortas em Lisboa".
O projecto foi na altura ridicularizado e considerado uma utopia passadista mas parece que o Sá Fernandes lhe deu um toque de modernidade, acabando por concretizá-lo durante este fim-de-semana. Belmiro acrescentou-lhe o toque de Midas, Tony Carreira assegurou a parte vocal e Cavaco deve ter regozijado com a passagem da Avenida da Liberdade a "montra do mundo rural".
Resumindo: a memória, como dizia o outro, é uma coisa lixada!

6 comentários:

joshua disse...

Eu gostei da ideia. Andar a pé ou de TP ainda não se entranhou nos tugas.

fallorca disse...

«...a memória, como dizia o outro, é uma coisa lixada!»
Se é; confirma mais logo num blogue perto daqui

Ana Cristina Leonardo disse...

Joshua, tugas?!
fallorca, que blog é esse que andas por aí a anunciar?

Carlos Azevedo disse...

Batia-se e ainda se bate. Há uns tempos vi uma reportagem na televisão e lá andava ele, nas hortas de Liboa a falar com as pessoas. Claro que em terra de patos bravotes lguém como ele seria sempre ridicularizado, mas nesta história o tonto não é ele.

Carlos Azevedo disse...

Quanto à memória: porventura comeram muito queijo, como a J. (Agora podem sempre comê-lo com sopa de ervilhas -- ou não estavam a distribuir ervilhas?)

:)

Reflexos disse...

Pois... e gostei particularmente da parte em que a crinaça de 5 anos é questionada sobre que animal estava a ver e ela responde que era um cão.
Não era, era grende demais, mesmo para serra da estrela... era uma vaca!