06/10/10

O exilado de bougie ou o republicano que mandou o poder às urtigas [da série homens de quem eu gosto]

Manuel Teixeira Gomes


Norberto Lopes, no prefácio de O Exilado de Bougie (Parceria António Maria Pereira, 1942), descreve assim o homem que foi presidente da república e mandou a presidência às urtigas: “Pudera eu traçar-lhe o perfil que fosse digno da sua personalidade requintada, sóbria, simples como a de um grego do século de Péricles, magnânimo e brilhante como a de um príncipe florentino da Renascença.”
Demasiado para Portugal, já se vê.

18 comentários:

trepadeira disse...

É demasiado para o Portugal deles,escravos,dos escravos,dos escravos,.......,do dinheiro.
Um abraço,
mário

Rui Almeida disse...

Grande escritor. O vilipêndio e os inuendos relativos a Teixeira-Gomes prosseguem porque uma mentira mil vezes repetida...

João Lisboa disse...

Off-topic (embora não inteiramente), ainda na sequência do post anterior:

http://lishbuna.blogspot.com/2010/10/proposito-de-sexo-anal-e-dos-padroes.html

João Lisboa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luis M. Jorge disse...

Este tipo requintado e magnânimo não foi para o norte de África praticar o que os gregos do século de Péricles praticavam com meninos impúberes? Oui, demasiado para Portugal.

Ana Cristina Leonardo disse...

Já cá faltava...

Carlos Azevedo disse...

Se calhar, é isso mesmo que falta aos nossos dirigentes políticos: relativizar o poder e dar umas boas quecas - de preferência, com adultos, claro.

F disse...

Preciso de uma ajuda:
uma conferência, palestra, algures na América Latina. O orador era chileno, venezuelano, peruano, argentino, não sei.
Falava sobre a sua experiência com as mulheres. Foi um post que aqui colocaste.

Ana Cristina Leonardo disse...

F, tenta ser só um bocadinho mais precisa

F disse...

O orador talvez seria um jornalista, escritor, psicanalista, não sei. Dizia que uma relação emtre homem e mulher não dura mais que dez anos...

Carlos Azevedo disse...

http://wwwmeditacaonapastelaria.blogspot.com/2009/07/fragmentos-de-um-discurso-amoroso-nao.html

F disse...

Carlos, obrigada! É isso mesmo!

Carlos Azevedo disse...

Pas de quoi - disponha.

Ana Cristina Leonardo disse...

Carlos, MUITO OBRIGADA!!! Já sei quem consultar sobre os disparates que por aqui posto.
:)

Carlos Azevedo disse...

Nem sempre estaremos em sintonia, Ana Cristina, mas gosto de vir aqui.

Ana Cristina Leonardo disse...

carlos, a sintonia seria uma monotonia

Ana Cristina Leonardo disse...

carlos, a sintonia seria uma monotonia

Carlos Azevedo disse...

Com certeza, Ana Cristina.