
«Com o cabelo da cor da espiga do trigo e uma franjinha que quase batia nos enormes olhos azuis, Pedro mais parecia uma boneca. Era o mais novo dos quatro irmãos — e aquele a quem a mãe (...) prestava mais atenção. Ela achava-o doce como um rebuçado, mas o pai sabia que o miúdo era dado a cóleras súbitas. Um dia, num restaurante, (...) a empregada de mesa perguntou: "O que é que a menina vai comer?". Nem houve tempo para explicações. Pedro cresceu na cadeira e, dirigindo-se ao pai, perguntou: "Pai, mostro-lhe a pilinha?"» (Felícia Cabrita, da primeira parte da biografia de Pedro Passos Coelho, na "Tabu"/"Sol)
Lido
AQUI. Sobre outras pilinhas,
AQUI.
3 comentários:
Tem à suivre:
http://lishbuna.blogspot.com/2010/10/pedro-passos-coelho-o-perfil-de-um_31.html
Parecer da delegação vienense: «no ar», «infantil», «pilinha», «maior»
Assinado,
tenrinho
Já eu em situaçäo semelhante "ai que menina täo linda!" näo perguntei a ninguém, baixei logo os calçöes exclamando "A MENINA TÁ AQUI!" (conta o meu pai).
Por näo ser diplomata é que agora näo sou chefe de tribo política. Raios!
Enviar um comentário