13/08/09

Por onde andam os 'divertidos' que só nos saem duques, perdão, 'sisudos', ou há malta que nasce com costela de ministro e pronto

AINDA A TOMADA DA BASTILHA, PERDÃO, DA CAMÂRA, MELHOR DIZENDO DA BANDEIRA

Quando li o manifesto do SIMplex registei a pluralidade dos humores: a vida tem destas coisas, juntar pessoas que não se conhecem, homens e mulheres, jovens e menos jovens, gente consagrada e por consagrar, gente divertida e sisuda... No que toca ao recente episódio da troca das bandeiras não sei, porém, onde páram os primeiros. Os sisudos, sim. E, pelas declarações, já foram convidados para ministros.

Com o crime de furto rebaixado à categoria de anedota nacional, vivemos hoje num país mais perigoso (Diogo Moreira)

Caso não haja uma resposta enérgica e firme por parte das autoridades, nunca a expressão “República (ou Câmara) das Bananas” foi mais apropriada (Diogo Moreira)

Eu pensava que os anarquistas eram de extrema-esquerda. Estamos sempre a aprender (Diogo Moreira)

Nunca tão poucos deram uma machadada tão grande na autoridade do Estado (Diogo Moreira)

É bom ver que a autoridade do Estado, o Estado de Direito ou o simples cumprimento da Lei é algo que os “guerrilheiros ideológicos” consideram risível (Diogo Moreira)

Em matéria de autoridade do Estado não há graçolas (Eduardo Pitta)

CONCLUSÃO: Como escreveu Bruno Sena Martins «entre monárquicos bem humorados e republicanos sisudos estou, naturalmente, com os primeiros».

7 comentários:

manuel disse...

Sobre a "autoridade do Estado" é de notar as palavras do filósofo António José de Brito:

- O que é ser fascista, hoje?

- Hoje é o mesmo do que ontem, enquanto doutrina. É colocar a ideia de Estado ao nível da vontade universal ou valor supremo. E entender que o homem individual se deve superar, integrando-se no Estado, tornando-se Estado. O ponto fundamental da doutrina fascista é a identificação entre indivíduo e Estado.

A entrevista aqui:

http://santosdacasa.weblog.com.pt/arquivo/2004/12/antonio_jose_de.html

Anónimo disse...

Ver republicanos a defender causas da monarquia até parte o coração a D. Duarte. Ainda vos vamos ver na defesa dos latifundiários, desde que se riam do proletariado rural. O riso e a monarquia são a CIVILIZAÇÃO.
Viva a Maria da Fonte!
Já agora não há um rapaz da causa que substitua o Vitorino?

teófilo braga disse...

pró republicano indignado: quem ñ percebe qual é o assunto à mesa ñ se devia meter nas conversas

Anónimo disse...

"PERDÃO DA CÂMARA"?
Não sabia que a Câmara já tinha perdoado aos "betinhos cintilantes".
Então, viva a Maria da Fonte e a Pastelaria!

Ana Cristina Leonardo disse...

finalmente um anónimo bem-humorado. vou já botar a vírgula...

Anónimo disse...

Já agora, podia pôr a mesma quantidade de creme em todas as Bolas de Berlim, melhor dizendo, dar o mesmo tratamento à bandeira do “MELHOR DIZENDO DA BANDEIRA”

Ana Cristina Leonardo disse...

no caso do MELHOR DIZENDO DA BANDEIRA, caro anónimo, e porque não altera o sentido, gosto de a ver assim, melhor dizendo, lida de um jacto como se a frase fosse gaga.