29/06/07

É a saúde, estúpido!

«O Ministério da Saúde esclareceu esta quinta-feira que Correia de Campos se referia a sobras de medicamentos deixados nas farmácias e não a remédios fora de prazo, quando aconselhou a entrega dos desperdícios "a pobres"» (dos jornais)
Ah! Já estou a topar, tipo: «Fui ali comprar uma caixa de aspirinas e esqueci-me dela em cima do balcão. Que maçada, agora já a deram aos pobres...»

9 comentários:

Joshua disse...

Ana Cristina, foi um prazer ter vindo cá!

Visita-me também, podendo!
Deixo-te o meu cartão de visita internacional cujo paleio, por muito estereotipado que pareça, é sincero!

Joshua

It's so nice for me to have found this blog of yours, it's so interesting. I sure hope and wish that you take courage enough to pay me a visit in my PALAVROSSAVRVS REX!, and plus get some surprise. My blog is also so cool! Don't think for a minute that my invitation is spam and I'm a spammer. I'm only searching for a public that may like or love what I write.

Feel free off course to comment as you wish and remember: don't take it wrong, don't think that this visitation I make is a matter of more audiences for my own blogg. No. It's a matter of making universal, realy universal, all this question of bloggs, all the essential causes that bring us all together by visiting and loving one another.

I think it's to UNITE MANKIND that we became bloggers! Don't see language as an obstacle but as a challenge and think for a minute if I and the rest of the world are not expecting something like a broad cumplicity. Remenber that pictures talk also. Open your heart and come along!!!!!

ana cristina leonardo disse...

Joshua, foi um prazer tê-lo tido cá.

Anónimo disse...

até poderia ser, se os utentes devolvessem à farmácia as sobras de medicamentos utilizados para um tratamento específico. é o que se recomenda. mas com medicamentos tão caros, quem os devolve à farmácia quando sobram? não, ficam lá no armário, não voltem a ser precisos, até ficarem fora de prazo...
acrescento: irresponsável e insensível.

susana

Anónimo disse...

susana,

o mais importante é combater o desperdício. Por que é que não fazem embalagens mais pequenas (menos quantidades)?

João Moreira

Anónimo disse...

joao moreira, haveria sempre uma sobra ou outra. melhor que isso seria fazerem o que se faz em inglaterra e franca (os exemplos que conheco, mas havera' mais, certamente): os medicos prescrevem uma tratamento, a farmacia vende a quantidade estritamente necessaria. o doente paga o que precisa, nao guarda excedentes, nao ha' desperdicio.

susana

Anónimo disse...

susana,

É viável? X necessita de m drageias e n comprimidos. A farmácia abre duas embalagens diferentes. Entrega m e n solicitados (e a posologia?). E restante das drageias e comprimidos fica na farmácia. Eu, que sou um péssiomo cliente de farmácias, tenhonecessidades dos mesmos comprimidos, mas quero ver e analisar a composição (picuinhas!). A farmácia abre outra embalagem para retirar as indicações porque as quantidades pedidas chegam mas as indicações e recomendações já não estão na embalagem. Além disso eu posso não aceitar mediacamentos avulso.

Ctos,
João Moreira

Anónimo disse...

quando vivia em londres e precisava de um tratamento era assim que acontecia: o médico receitava, na farmácia vendiam-me a quantidade necessária. não me recordo se na farmácia transcreviam a posologia prescrita ou se eu conservava a receita do médico.
se funciona? claro que sim, ou tem ouvido dizer que o sistema de saúde inglês é muito mais disfuncional que o nosso?
quanto à «literatura» não vejo porque não há-de a farmácia fornecer uma fotocópia da mesma a quem o solicitar.

susana

ana cristina leonardo disse...

Susana, concordo inteiramente consigo.

Anónimo disse...

susana,

A assinatura do médico tem de ser reconhecida pelo farmacêutico/a?
E no caso de não haver prescrição médica? A farmácia pode vender qualquer tipo de medicamento sem embalagem, "ao peso", sem dar baixa de embalagem no stock ?

Ctos,
João Moreira