12/07/13

Das elites

Assunção Esteves chumbaria em qualquer exame de hermenêutica.

Veja-se a sua singela interpretação da frase de Simone de Beauvoir, "não podemos permitir que os nossos carrascos nos criem maus costumes".
Diz Assunção: "Carrasco significa qualquer elemento de perturbação. Sem querer ofender nada nem ninguém. Significa que quando as pessoas nos perturbam, não devemos dar atenção."

Se era para tamanha profundidade, mais valia ter citado a Simone de Oliveira.

Ler a notícia AQUI.

6 comentários:

João Lisboa disse...

Leopardo, então?... tem estado fresquinho...

Ana Cristina Leonardo disse...

:)
Dedicarei então um post explicativo à coisa mal termine as lides domésticas

alexandra g. disse...

Eh lá.

A Simone de Oliveira (que não escuto) não será exactamente uma Áurea, a Simone de Beauvoir (que não li) não terá sido exactamente uma Simone de Beauvoir, o Sartre (que não nada) era bastante Scratch My Back na rádio, a caminho do desemprego dos dias.

F.A. disse...

Vai por mau caminho.
Depois da sua colega, a Grande Escritora CFA ter arrasado o último livro do Brown, a senhora agora ataca a Vaca Sagrada.
Prepare-se, vai doer.

m.a.g. disse...

É só para manifestar que isto assim é uma tremenda injustiça.
1. Segundo me disseram a actividade da gerente deste estabelecimento no FB é incomensuravelmente maior do que aqui. Logo os habituais clientes que não têm conta no dito sentem-se lesados, pois claro.
2. Sugere-se igualmente, que a gerência abra uma conta no Twitter, para assim poder satisfazer a clientela twitteira no mesmo ritmo da faceboquiana, sem menosprezar este estabelecimento.
Subscrevo-me com consideração
Grata pela atenção
A Bem da Nação
(assinatura legível)

samartaime disse...

E que tal uma bola de Berlim com creme de rícino pela garganta abaixo da penteadinha? Pelo menos deixaria de citar o que não sabe - mas não sou eu quem lhe vai ensinar. Que se esbarronde todinha e se afogue na panóplia das caganifâncias.


Vim só espreitar, que me deram as soidades: a(r)deu pai, ardeu mõeim
quê vou-m'à conquilha.

(Por favor deixem uma candeia acesa que eu tenho medo do escuro)