18/03/08

2 postes gamados por aí que explicam na perfeição a razão de ser e não ser do novo Acordo Ortográfico

Post 1, no qual se prova a olho nu que o Acordo é uma falsa questão
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

Fixe os olhos no texto abaixo e deixe que a mente leia correctamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!


Post 2 (via Blogtailors), no qual se prova que o Professor Casteleiro, além de ilustre académico também tem jeito para o negócio
(...) Ainda há dias o ilustre académico [prof. Malaca Casteleiro], envolvido desde o início do processo nas negociações com o Brasil, se lamentava da pouca vontade política dos governantes portugueses na ratificação do acordo ortográfico. Logo que o acordo foi ratificado, Malaca Casteleiro e a Texto Editora apressaram-se a colocar no mercado os primeiros dicionários adaptados à nova ortografia. Se a maior parte dos editores se lamentava pelos prejuízos que a reforma ortográfica lhes iria trazer, também há quem pense ganhar dinheiro com a reforma.»
António Apolinário Lourenço

6 comentários:

Arrebenta disse...

Bom post.
Tem andado desaparecida?... :-)

fallorca disse...

É o Malaca à cata, e sem falta de lata...

-pirata-vermelho- disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
-pirata-vermelho- disse...

Da coordenação (dita por ele autoria) do Sr Prof restou o cadáver antecipado do Diccionário da Academia o qual, além de exibir um conteúdo de rigor errático, não passou da letra 'A' e consagrou 'bojardas' que não são reconhecíveis na língua portuguesa, fora de sectores restritos e fora de uma dimensão temporal assaz curta.
Terá o Sr Prof ficado bem ilustrado perante os académicos e outros pavoneantes, de acordo com a pomposa encardenação do tal amontoado de páginas.

(v/
http://dn.sapo.pt/2006/04/26/artes/falta_verba_para_actualizar_o_dicion.html
e
http://ciberduvidas.sapo.pt/diversidades.php?rid=979
e
http://www.ciberduvidas.pt/controversias.php?rid=857
por expl)

lusiada2008 disse...

O António Apolinário tem razão. Muitos só têm visto a economia do outro «lado». Sem esquecer, além dos livros da Texto, os dicionários em que o mesmo professor Malaca Casteleiro já tinha exercitado as inovações ortográficas e lexicográficas que tanto preza: na Verbo (com aval do Estado e fundos da Fundação) e nas versões portuguesas do Houaiss no Círculo de Leitores, depois reeditada com o DN e, para as livrarias, na Temas e Debates. Mas os outros editores todos é que são apresentados como interesseiros, incapazes do gesto de patrioteirismo lusófono que é a aproximação da norma brasileira, na forma tentada como diria um jurista...

lusiada2008 disse...

E já agora, ACL, já reparaste na petição contra o «acordo»? Vai ser entregue ainda ao poder socrático e podias ser mais um(a) dos signatários...