A presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, foi a personalidade escolhida para homenagear a 10 de Junho, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, as mães, mulheres e irmãs dos militares destacados para a Guerra de África nas décadas de 60 e 70 do século passado, mas também daqueles que hoje participam nas missões de apoio à paz
21/05/13
Mais um milagre de Fátima: Cândido Oliveira ofendeu a Santa Madre Igreja e não mostrou arrependimento. Deus, perdão, o Tribunal castigou-o.
"As declarações de Cândido Oliveira contra o Santuário de Fátima e a Igreja Católica surgiram numa contestação no âmbito de um processo movido contra a autarquia em que o Santuário reclama a posse de uma parcela de terreno em Fátima, que o município diz ser do domínio público.
No documento, o jurista teceu várias considerações sobre o santuário, acusando-o de “ganância desmedida, ocupando tudo de borla e deixando as pessoas na miséria”. Referiu também que a igreja deve limitar-se a “rezar sobre os mortos e os vivos e nada mais” e que “os jovens padres nem conhecem o segredo de Fátima”.
Para o tribunal, o arguido proferiu as declarações de “forma livre e deliberada”, “consciente de que iria ofender o santuário”. Tais expressões foram consideradas pela magistrada como “ofensivas da credibilidade”, pois põem em causa a “doutrina defendida pela igreja”.
Segundo a magistrada, as expressões foram alvo de notícia em vários jornais e o administrador do Santuário, padre Cristiano Saraiva, testemunhou no tribunal que foi “interpelado por várias pessoas que se mostraram indignadas e ofendidas”.
A juíza realçou ainda que o arguido não “mostrou qualquer arrependimento”, tendo referido que o teor da contestação era “adequado”, o que demonstra que não interiorizou o crime cometido.
Durante a leitura da sentença, a juíza revelou ainda que o arguido foi também alvo de um processo disciplinar pela Ordem dos Advogados." DAQUI
Não se pode dizer que tenha sido um brainstorming
Sete horas para isto?
Acho que, assim como assim, consigo ter mais ideias em dez minutos fechada na casa de banho.
"Conselho de Estado quer equilíbrio entre disciplina financeira e estímulo à economia.
Acho que, assim como assim, consigo ter mais ideias em dez minutos fechada na casa de banho.
"Conselho de Estado quer equilíbrio entre disciplina financeira e estímulo à economia.
Vem a meus braços, Ana Cássia Rebelo
"Andavam duas jovens mulheres a cirandar pela livraria. Qualquer coisa no modo como caminhavam lembrava a alegria tola das galinhas criadas no campo: acabam no prato, como as outras, mas têm a ilusão da liberdade e da dignidade. Tinham ar de leitoras do Nicholas Sparks, o que só as enalteceria, mas não eram: uma levava a Serpente Emplumada debaixo do braço e a outra, com uma voz meio fanhosa, cheia de entusiasmo, pediu ao balcão o livro do último prémio Leya. Andaram por ali, largando comentários sobre a essencialidade da literatura nas suas vidas e mostrando a sua relação íntima com os livros. Até que a mais gorda, arrebitando a crista, abanando o pelancame vermelho da barbela, olhou em redor e cacarejou assim ” Eu, se pudesse, levava a livraria toda!”. Saí, claro está. Fui enfiar-me numa loja chinesa a comprar collants. São mais baratos, a qualidade do fio é a mesma e as cores têm nomes bonitos: muskade, duna, tropical."
Obrigada, Jorge.
Obrigada, Jorge.
20/05/13
António Guerreiro, vem a meus braços.
Poupo-vos a explicações. Saltem por favor para o segundo texto do link.
António Guerreiro sobre o inefável Eduardo Pitta e o livro, "Um Rapaz a Arder".
António Guerreiro sobre o inefável Eduardo Pitta e o livro, "Um Rapaz a Arder".
18/05/13
Jerónimo tem razão: se Cavaco Silva invocasse em vão o nome de Maria noutros tempos, havia pedrada pela certa.
Jerónimo de Sousa acusa Cavaco Silva do pecado da blasfémia. AQUI.
Vejamos como se resolviam esses assuntos há uns tempos.
Vejamos como se resolviam esses assuntos há uns tempos.
Esta Maria é tramada ou falta-lhe um parafuso ou as duas coisas.
«PRESIDENTE INSPIRE-SE EM NOSSA SENHORA
Esta lei tem de ser agora promulgada pelo Presidente da República, que se espera volte a ser iluminado por Nossa Senhora de Fátima e chumbe esta lei, porque (provavelmente) a maioria da população não a quer. Eu, por exemplo, votei na Direita para não deixar passar estas coisas. Se o Presidente votar contra, a lei tem de voltar ao Parlamento e exige-se a presença de TODOS os deputados para a votarem (não se pode faltar). Talvez seja uma possibilidade de isto ser chumbado.», Maria Teixeira Alves.
«Os ignóbeis socialistas e bloquistas vão levar amanhã mais uma vez a adopção de crianças por duas pessoas homossexuais do mesmo sexo que vivam juntas, ao Parlamento. Não se enganem, todas as manifs, todos os Grândolas Vilas Morenas, todos os Galambas e Dragos, todos os actos de terrorismo de interrupção de membros do Governo em actos públicos, têm um único objectivo "dar crianças aos homossexuais".», Maria Teixeira Alves.
Esta lei tem de ser agora promulgada pelo Presidente da República, que se espera volte a ser iluminado por Nossa Senhora de Fátima e chumbe esta lei, porque (provavelmente) a maioria da população não a quer. Eu, por exemplo, votei na Direita para não deixar passar estas coisas. Se o Presidente votar contra, a lei tem de voltar ao Parlamento e exige-se a presença de TODOS os deputados para a votarem (não se pode faltar). Talvez seja uma possibilidade de isto ser chumbado.», Maria Teixeira Alves.
«Os ignóbeis socialistas e bloquistas vão levar amanhã mais uma vez a adopção de crianças por duas pessoas homossexuais do mesmo sexo que vivam juntas, ao Parlamento. Não se enganem, todas as manifs, todos os Grândolas Vilas Morenas, todos os Galambas e Dragos, todos os actos de terrorismo de interrupção de membros do Governo em actos públicos, têm um único objectivo "dar crianças aos homossexuais".», Maria Teixeira Alves.
Da delapidação à não-depilação
Uma pessoa tenta ter graça. Wit. Presença de espírito. Consciente que nunca chegará aos calcanhares de Dorothy Parker, ser capaz, pelo menos, de alinhavar metonímias ao jeito de Inês Teotónio Pereira. Uma pessoa quer mostrar-se inteligente, sofisticada. Combinar Eça com a praia do Ancão ou, mais a Norte, com a praia de Moledo.
Há uns anos seria fácil. Bastava saber que meias brancas era um horror e pronunciar pasta em vez de massa. A banalização do sushi e, antes do sushi, do salmão, veio complicar tudo, tornando cada vez mais difícil saber "quem é quem".
Os novos-ricos desataram a confundir-se de modo obsceno com os ricos de pedigree, e o bom gosto, esse enfado ao qual tendem a alapar-se todas as almas sem visão, vingava, at last!, enterrada para sempre a fase inenarrável (uma palavra cheia de pedigree…) dos “azulejos casa de banho” que davam lugar aos mármores e outros materiais nobres.
A crise veio repor as coisas no seu lugar. Enterrado provisoriamente o machado de guerra, a luta de classes retorna à cena e o Povo volta a comer frango com as mãos.
O empobrecimento galopante do país leva o governo a fazer um update das profecias de Manuel Pinho, adaptando o Portugal West Coast à nova realidade: de West passamos para East.
Em resumo: se sobre os reformados portugueses pesa o cutelo das taxas, deslocada a fronteira intransponível do CDS para ponto cardeal desconhecido, já os reformados estrangeiros ficam isentos de IRS em Portugal, esperando a AR com esta medida transformar isto (que nome dar a isto?) na “Flórida da Europa”, abandonada a Califórnia.
Chegados aqui, resta às mulheres patriotas deixar crescer o buço de antanho, o que nos tornará decerto mais pitorescas e o país mais apelativo e mais rico.
Há uns anos seria fácil. Bastava saber que meias brancas era um horror e pronunciar pasta em vez de massa. A banalização do sushi e, antes do sushi, do salmão, veio complicar tudo, tornando cada vez mais difícil saber "quem é quem".
Os novos-ricos desataram a confundir-se de modo obsceno com os ricos de pedigree, e o bom gosto, esse enfado ao qual tendem a alapar-se todas as almas sem visão, vingava, at last!, enterrada para sempre a fase inenarrável (uma palavra cheia de pedigree…) dos “azulejos casa de banho” que davam lugar aos mármores e outros materiais nobres.
A crise veio repor as coisas no seu lugar. Enterrado provisoriamente o machado de guerra, a luta de classes retorna à cena e o Povo volta a comer frango com as mãos.
O empobrecimento galopante do país leva o governo a fazer um update das profecias de Manuel Pinho, adaptando o Portugal West Coast à nova realidade: de West passamos para East.
Em resumo: se sobre os reformados portugueses pesa o cutelo das taxas, deslocada a fronteira intransponível do CDS para ponto cardeal desconhecido, já os reformados estrangeiros ficam isentos de IRS em Portugal, esperando a AR com esta medida transformar isto (que nome dar a isto?) na “Flórida da Europa”, abandonada a Califórnia.
Chegados aqui, resta às mulheres patriotas deixar crescer o buço de antanho, o que nos tornará decerto mais pitorescas e o país mais apelativo e mais rico.
16/05/13
A book a day keeps the doctor away, e este livro é maravilhoso
"De todos modos, ¿no cayó en la misma tentación el rabino Ben Zwi al ver en una carnicería cristiana un jamón de Praga rosado y fresco?
- ¿A cuánto es este pescado? - le preguntó al carnicero.
- No es pescado, sino jamón de Praga.
- No te pregunto cómo se llama el pescado, sino a cuánto sale...."
15/05/13
Vítor Gaspar já nem tem direito a grândola
Quando foi explicar a crise às criancinhas ainda escapou.
Hoje, quando foi explicar o Excel, a coisa piou mais fino.
Com vídeos.
Hoje, quando foi explicar o Excel, a coisa piou mais fino.
Com vídeos.
14/05/13
Alguém tem de ser internado: ou ele ou nós.
«Foi tomada uma decisão muito importante para o nosso futuro, que foi colocar atrás das costas, finalmente, a sétima avaliação - não se fala noutra coisa há quase um mês - e penso que foi uma inspiração - como já a minha mulher disse várias vezes - da Nossa Senhora de Fátima, do 13 de maio», Cavaco Silva.
Juro pelas alminhas que julguei que a notícia era a gozar
E tem vídeo e tudo. .
Juro pelas alminhas que julguei que a notícia era a gozar
E tem vídeo e tudo. .
Conversas imaginárias
– Spider
man! Ao seu serviço.
Assim
mesmo. Sem mais. Spider man! Ao seu serviço. Escanifrado, um exagero de pernas.
Ginga à minha frente pela rua de costas ligeiramente encurvadas, um boné
descolorido dos Yankees enterrado na cabeça. Quando retomamos a fala, entrados
na oficina, uma caverna platónica a que os olhos demoram a acostumar-se, dispara
sem mais preâmbulos: «You talkin’ to me? You talkin’ to me?» Depois ri e
conclui: «Sister, pergunte lá o que quer saber».
13/05/13
O país suspenso num homem
A última vez que isto aconteceu deve ter tido a ver com futebol e o Eusébio. Ontem calhou a Portas. O que é que ele queria que o PS lhe oferecesse que o PS não lhe ofereceu é que eu gostava de saber. No tempo do Mário Soares a coisa tinha ficado resolvida. Caía o governo.
11/05/13
Isto não está nada bonito
Não é preciso entender a estética da Teoria das Cordas, para entender que estamos com a corda ao pescoço. Como não é necessário perceber de Política Monetária para perceber que o dinheiro tem de estar por aí algures. Por muito complexos que sejam a astronomia, a economia e, demos de barato, o Excel, subtrair é fácil e não carece de muletas.
Já o convívio com Shakespeare não se pode dizer despiciendo. Porque, se é verdade que nada ajuda tê-lo lido quando o assunto são contas, para decifrar a natureza humana, o "Rei Lear", por exemplo, mostra-se bastante útil.
Mas se as tragédias são intemporais, nem por isso todos os vilões se equivalem. Vivemos tempos de vilões videirinhos, pulhas copinhos de leite, bandidos de colarinhos imaculados. Nenhum deles arrisca coiro ou cabelo, a casa da mamã de portas escancaradas algures – Bruxelas, Washington, Suíça, Bermudas e etc. Al Capone era um facínora respeitável ao lado desta gente de mãos nunca chamuscadas pela pólvora.
Se não vivemos anos de chumbo, vivemos anos de lixo. O dinheiro que, afinal, era lixo, políticos que são um lixo, “comunicólogos” que vendem lixo, governantes que nos tratam como lixo. No meio de tanto entulho, vem com certeza a propósito uma frase que roubo a Jorge Fallorca, que, por sua vez, cita um pantomineiro pintor que se queixava da crítica: “Eu bem sei que não sou nenhum Leonardo Da Vinci, mas esta merda também não é a Itália do Renascimento.”
Isto não é a Itália do Renascimento. A própria Itália não é a Itália do Renascimento. Renascimento, aliás, não há. Antes a decadência induzida daquilo que mais decente Deus ao mundo deitou: a Europa do pós-guerra. Os coveiros são da casa. Sobretudo, que Deus não lhes perdoe porque sabem o que fazem.
Já o convívio com Shakespeare não se pode dizer despiciendo. Porque, se é verdade que nada ajuda tê-lo lido quando o assunto são contas, para decifrar a natureza humana, o "Rei Lear", por exemplo, mostra-se bastante útil.
Mas se as tragédias são intemporais, nem por isso todos os vilões se equivalem. Vivemos tempos de vilões videirinhos, pulhas copinhos de leite, bandidos de colarinhos imaculados. Nenhum deles arrisca coiro ou cabelo, a casa da mamã de portas escancaradas algures – Bruxelas, Washington, Suíça, Bermudas e etc. Al Capone era um facínora respeitável ao lado desta gente de mãos nunca chamuscadas pela pólvora.
Se não vivemos anos de chumbo, vivemos anos de lixo. O dinheiro que, afinal, era lixo, políticos que são um lixo, “comunicólogos” que vendem lixo, governantes que nos tratam como lixo. No meio de tanto entulho, vem com certeza a propósito uma frase que roubo a Jorge Fallorca, que, por sua vez, cita um pantomineiro pintor que se queixava da crítica: “Eu bem sei que não sou nenhum Leonardo Da Vinci, mas esta merda também não é a Itália do Renascimento.”
Isto não é a Itália do Renascimento. A própria Itália não é a Itália do Renascimento. Renascimento, aliás, não há. Antes a decadência induzida daquilo que mais decente Deus ao mundo deitou: a Europa do pós-guerra. Os coveiros são da casa. Sobretudo, que Deus não lhes perdoe porque sabem o que fazem.
10/05/13
09/05/13
Os obsessivos-compulsivos
Gente com a mania do controlo. Gente que se dá mal com o caos da vida. Gente que se toma por Deus. Gente que descompensa com todas as excepções. Gente que entra em pânico com todas as transgressões. Gente sempre bem-intencionada que só quer o nosso bem. Gente que legisla a vida e a morte e rebenta de amor à Humanidade.
Em Portugal, um bom exemplo - à nossa medida - é a deputada Helena Pinto, BE, promotora dos clubes sociais de cannabis. Lá fora, e dando outra dimensão à coisa, os eurocratas, fazedores patológicos de leis a quem nada nem ninguém escapa, nem uma pobre sementinha. Olha o negócio. Que mundo este com ponto de exclamação e tudo!
Entre para um elegante clube social de cannabis AQUI.
Saiba como vai o negócio das sementes na UE AQUI.
COM MÚSICA ADEQUADA QUE NÃO QUERO QUE VOS FALTE NADA
Em Portugal, um bom exemplo - à nossa medida - é a deputada Helena Pinto, BE, promotora dos clubes sociais de cannabis. Lá fora, e dando outra dimensão à coisa, os eurocratas, fazedores patológicos de leis a quem nada nem ninguém escapa, nem uma pobre sementinha. Olha o negócio. Que mundo este com ponto de exclamação e tudo!
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07/05/13
Só tenho uma dúvida, se eu não gostar de comer frango com as mãos mandam-me para um campo de reeducação na Coreia do Norte?
José Luís Peixoto gosta do seu povo. E é por me comover que ele goste tanto do seu povo que dedico ao Peixoto este poema que o Mário Cesariny dedicou às gentes que gostam do seu povo.
Vamos ver o povo
Que lindo é
Vamos ver o povo
Dá cá o pé
Vamos ver o povo
Hop-lá!
Vamos ver o povo
Já está.
A declaração de amor ao povo de José Luís Peixoto pode ser lida aqui.
Vamos ver o povo
Que lindo é
Vamos ver o povo
Dá cá o pé
Vamos ver o povo
Hop-lá!
Vamos ver o povo
Já está.
A declaração de amor ao povo de José Luís Peixoto pode ser lida aqui.
06/05/13
04/05/13
Escrita Automática
25 de Abril. 1º de Maio. Já só falta o 10 de Junho e o 5 de Outubro. Chegaremos lá? Não sei. Como também não sei se será feriado nessas datas por via de termos de trabalhar muito para abater o défice.
Fui ver. Supermarket Day comedido. Luís de Camões, 1; José Relvas, 0. Nada de abébias, oh Afonso Costa!
Os jardins do Palácio, viste-los. Não abriram a 25 Abril, que a tradição era a República e, sem República, só se for lá para o Natal, algum presépio da devoção de Maria. Quanto aos jardins de São Bento, talvez para a Nini, já que não admitiram a Grândola: mandou dizer o primeiro-ministro que estavam em obras.
E assim vamos de clorofila…
Ali na Ribeira das Naus, por exemplo, foram 18 árvores de uma vez que Salgado não faz a coisa por menos. Segundo percebi, tratou-se de “danos colaterais”. Ninguém me tira da cabeça, porém, que o referido vereador sofre de febre dos fenos. Ou isso, ou botanofobia. No meu caso é mais estupofobia - medo de pessoas estúpidas - mas longe de mim armar-me em inteligente.
A propósito: ainda não percebi o que são swaps, muito menos a diferença entre swaps tóxicos e exóticos. É como isto: “Neste enquadramento, sobrevindo ainda a responsabilidade de diálogo e de rememoração intergeracional que nos incumbe, assumindo que os projetos e discursos políticos e de cidadania, seja sobre questões humanas e sociais, seja sobre questões de macroeconomia, que dominam no contexto atual, devem evidenciar que as políticas corporalizadas por assimilação das perspetivas implícitas à diversidade são um fator determinante para o progresso humano, político, económico e social das sociedades.” (in “Projeto de Resolução 637/XII PSD/CDS-PP”). Novilíngua ou processador de texto automático?
Pobre Camões. Miserável 10 de Junho.
Fui ver. Supermarket Day comedido. Luís de Camões, 1; José Relvas, 0. Nada de abébias, oh Afonso Costa!
Os jardins do Palácio, viste-los. Não abriram a 25 Abril, que a tradição era a República e, sem República, só se for lá para o Natal, algum presépio da devoção de Maria. Quanto aos jardins de São Bento, talvez para a Nini, já que não admitiram a Grândola: mandou dizer o primeiro-ministro que estavam em obras.
E assim vamos de clorofila…
Ali na Ribeira das Naus, por exemplo, foram 18 árvores de uma vez que Salgado não faz a coisa por menos. Segundo percebi, tratou-se de “danos colaterais”. Ninguém me tira da cabeça, porém, que o referido vereador sofre de febre dos fenos. Ou isso, ou botanofobia. No meu caso é mais estupofobia - medo de pessoas estúpidas - mas longe de mim armar-me em inteligente.
A propósito: ainda não percebi o que são swaps, muito menos a diferença entre swaps tóxicos e exóticos. É como isto: “Neste enquadramento, sobrevindo ainda a responsabilidade de diálogo e de rememoração intergeracional que nos incumbe, assumindo que os projetos e discursos políticos e de cidadania, seja sobre questões humanas e sociais, seja sobre questões de macroeconomia, que dominam no contexto atual, devem evidenciar que as políticas corporalizadas por assimilação das perspetivas implícitas à diversidade são um fator determinante para o progresso humano, político, económico e social das sociedades.” (in “Projeto de Resolução 637/XII PSD/CDS-PP”). Novilíngua ou processador de texto automático?
Pobre Camões. Miserável 10 de Junho.
03/05/13
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