19/11/07
Há muito que não Vinha à Pastelaria. Senhoras e Senhores: o Grande o Maior o Único o Incomparável Dean Martin. Wit + Wit não Há. Ouçam, Riam e Dancem!
King on the road
Everybody loves somebody sometime
Há Gente que Quando Fala Devia Ser Obrigada a Lavar a Boca com Sabão e ainda Seria Pouco ou, Dito de Modo mais Prosaico, Sai Merda e não Entra Mosca
De uma entrevista de Durão Barroso, lida hoje no Diário de Notícias:«Houve informações que me foram dadas, a mim e a outros, que não corresponderam à verdade. Tive documentos na minha frente dizendo que o Iraque tinha armas de destruição maciça. Isso não correspondeu à verdade»
E mais à frente:
«Portugal, ao dizer que sim ao seu aliado norte-americano, não perdeu espaço com isso, nem tem que estar arrependido. Eu fui, depois dessas decisões, convidado a ser Presidente da Comissão Europeia, e tive o consenso de todos os países europeus.»
É só para lembrar que, segundo números oficiais fornecidos pelos ministérios iraquianos do Interior, Defesa e Saúde, só no mês de Outubro morreram 840 iraquianos. Mais de metade eram civis. Mas o que é isso comparado com o facto de Durão Barroso ter podido concretizar o seu sonho de Presidente?
17/11/07
O que Eu Disse ao Jornal Público sobre o «Debaixo do Vulcão»
Disse que mais depressa pertenceria ao Clube dos Amantes de Debaixo do Vulcão do que a um partido políticoA Música É Mesmo a Grande Arte e Quem Disser o Contrário É Porque É Surdo
Este extraordinário violinista judeu russo (nasceu em Odessa em 1908 e faleceu em Amesterdão de um ataque cardíaco em 1974) tem um asteróide com o seu nome: 42516 Oistrach. Mais sobre ele aqui.
16/11/07
Há Criaturas Tão Inteligentes que Percebê-las É mais Difícil do que Compreender o Último Teorema de Fermat
Entre o número de empregados que se desempregaram e de desempregados que se empregaram o saldo é positivo, há mais 60 mil postos de trabalho [relativamente a Março de 2005], depois, em termos de taxa de desemprego, isto é contrariado porque também houve mais pessoas que chegaram pela primeira vez, disse Mário Lino.15/11/07
Bom, Interrompe-se aqui a Brincadeira, porque Isto Agora É a Sério e Muito, Muito Wired
Regulamentos e procedimentos oficiais da prisão de Guantánamo Bay andam a circular por aí. Tinham sido postados pela Wikileaks.org. mas o link deixou de funcionar. A revista Wired deu com a coisa e postou a notícia com link para o documento em PDF. Quem queira ler a notícia, é só clicar aqui. Ou aceder directamente ao documento for official use only aqui. Aviso à nevegação: a leitura é indigesta.Uma Musiquita para Descontrair, já que, como Dizia o Keynes, «a Longo Prazo Estamos Todos Mortos»
Cena de Cien Muchachas, filme mexicano de 1957
14/11/07
De como a Cóltura Pode Subir à Cabeça das Pessoas com Evidente Mau Resultado ou, Citando António Maria Lisboa, «Eu num Camelo a Atravessar o Deserto»
É de um provincianismo atroz pensar que só se qualifica a cultura mostrando o que é nosso. Isso é serôdio e provinciano, exclamou, indignada, a Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, uma mulher do mundo, supõe-se, apesar de só na década de 90 do século XX ter descoberto que Estaline fora um ditador sanguinário.Descontada a falta de vocabulário visível na repetição dos termos «provincianismo» e «provinciano», pouco abonatória da responsável máxima da cultura nacional, e o facto de, apesar de ter estudado Eça, parecer ter esquecido os ensinamentos do mestre – o qual bem lembrou que «Por toda essa antiga Europa real, se vêem multidões de politiquetes e de politicões enflorados, emplumados, atordoadores, cacarejando infernalmente, de crista alta» –, gostaria de perguntar de que cosmopolitismo se reclama alguém que a última vez que foi vista montava um dromedário num dos paises mais serôdios da actualidade, a saber, a Arábia Sáudita, e que, além de serôdio, é também uma das ditaduras mais repressivas do planeta? Ou terá a senhora ministra aprendido o significado da palavra com esse milionário tão, tão cosmopolita que conseguiu fazer fortuna num terra onde nem brancos e pretos se podiam misturar?
13/11/07
Café Philo: a Alta-Filosofia Bebe-se na Pastelaria
SEGUE A LETRA
Immanuel Kant was a real pissant
Who was very rarely stable.
Heidegger, Heidegger was a boozy beggar
Who could think you under the table.
David Hume could out-consume
Wilhelm Friedrich Hegel, [some versions have 'Schopenhauer and Hegel']
And Wittgenstein was a beery swine
Who was just as schloshed as Schlegel.
There's nothing Nietzsche couldn't teach ya
'Bout the raising of the wrist.
Socrates, himself, was permanently pissed.
John Stuart Mill, of his own free will,
On half a pint of shandy was particularly ill.
Plato, they say, could stick it away-
-Half a crate of whisky every day.
Aristotle, Aristotle was a bugger for the bottle.
Hobbes was fond of his dram,
And René Descartes was a drunken fart.
'I drink, therefore I am.'
Yes, Socrates, himself, is particularly missed,
A lovely little thinker,
But a bugger when he's pissed.
12/11/07
Um Poeta na Pastelaria. Servido a Quente. A Pastelaria Agradece. Na Verdade não Sabe como Agradecer. E Reafirma: ainda não Estamos Todos Parvos!
Seja o que For que se Pense do Caso Maddie ou Mesmo que não se Pense Nada
ISTO, a Madeleine Online Store, É OBSCENO. 11/11/07
São Martinho, Castanhas, Bailarico, Pão e Vinho (o Bailarico É um Acrescento meu)
Tarantella Calabrese (Live, 1954). Para o Zé Agostinho Baptista
10/11/07
Norman Mailer
Deixou hoje de ser visto. Quem nunca leu Praias da Barbaria (Portugália, 1961) perdeu um dos grandes romances do século XX. Tinha dentro uma rapariga com os dedos que pareciam de madeira, amarelos do tabaco. É um livro estranho e relativamente curto (bem mais curto e bem melhor do que Os Nus e os Mortos...). Andará, talvez, pelos alfarrabistas. Ah! Grande Vasco! ou como ainda não Estamos Todos Parvos
Quando a imprensa inglesa e americana anuncia que a proibição de fumar em restaurantes não teve efeitos visíveis na saúde pública, em Portugal essa mesma proibição entrará em vigor a 1 de Janeiro de 2008. O que me espanta nisto não é a extravagância do acto em si. Duas coisas me parecem muito piores. Em primeiro lugar, a facilidade com que em todo o Ocidente o Estado resolveu intervir na vida privada de cada um e negar radicalmente o direito de propriedade (impedindo, por exemplo, que se criem restaurantes de fumadores), sem um protesto sério em parte alguma. Em segundo lugar, a rapidez com que o fumador foi socialmente estigmatizado e o vício de fumar (há 20 anos, normal e aceitável) se tornou quase o que era antigamente uma blasfémia, uma profanação ou uma heresia. Isto não anuncia nada de bom. Por um lado, porque fatalmente à campanha contra quem fuma se vai seguir a campanha contra quem bebe e a campanha contra quem come o que não deve ou come demais. E talvez, mais tarde, a campanha contra o “sedentarismo” e a falta de exercício. Não custa nada argumentar com as doenças que o álcool e a gordura provocam (tantas como o tabaco), ou retirar do mercado “produtos de risco”, ou vigiar o que os restaurantes servem. Por outro lado, já se viu que o poder do Estado para converter a populaça ao objectivo tenebroso de “melhorar o homem” é hoje ilimitado. A metamorfose das democracias do Ocidente em totalitarismos de uma nova espécie não incomoda ninguém. Não uso a palavra descuidadamente (não uso, de resto, nenhuma palavra descuidadamente): para Hitler (que não fumava, nem bebia), o alemão perfeito não andava muito longe do perfeito espécime do Ocidente contemporâneo. Imagino muitas vezes quem, de facto, quererá este mundo sufocante e asséptico, obcecado com a “saúde”? Gente, como é óbvio, com pouca imaginação. Por mais forte que seja o culto e a idolatria do corpo, a velhice chega. E, com ela, a irrelevância, a obsolescência, a solidão. Esta sociedade de velhos trata muito mal os velhos. A ideia (e a propaganda) de uma adaptação contínua é uma grande e cruel mentira. Os velhos são um embaraço. Um peso que se atura, que se arruma num canto, que se mete num “lar”. Setenta anos de esforço para durar acabam num limbo à margem da verdadeira vida, quando não acabam no sofrimento e na miséria. O Ocidente está a criar um inferno. Por bondade, claro. Mudança de Visual
08/11/07
O Almocreve das Petas e a Síndrome de Bartleby
Todos os bloguistas sofreram, sofrem ou sofrerão um dia da síndrome de Bartleby: a caixa de mensagens em branco e uma vontade danada de silêncio. A todos eles, recomendo a leitura deste post inspirador:Interregno Musical: 2 Gigantes do Flamenco
07/11/07
Os Petiscos ou a História da Cenoura e do Burro
Não me interpretem mal. Eu adoro salada de rúcula, tapas de salmão fumado, pasta al dente, tomate com mozzarella e comida japonesa. Ainda assim, custa-me perceber porque desataram os pratos referidos a invadir os restaurantes portugueses de Norte a Sul, à custa de outros sabores como as sardinhas assadas, os pastéis de bacalhau, a salada de grão, os peixinhos da horta, as batatas a murro, as ameijoas à Bulhão Pato, o xarém de conquilhas, sei lá eu. Não me interpretem mal: o meu paladar não sofre de qualquer desvio nacionalista nem a globalização é para aqui chamada. Porque onde é que já se viu os franceses cortarem no camembert, os espanhóis largarem os pimentos padrón ou os belgas os mexilhões?Eu sei que às brigadas da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica não é isto que as preocupa. Mas será o seu zelo higienista alheio ao caso? Porque o caso é este: qualquer dia, arriscamo-nos a fazer o papel daquela personagem criada em 1973 por Woody Allen para Sleeper, comédia de ficção-científica em que o dono do restaurante Happy Carrot dava entrada no hospital e, por acidente, era posto a dormir durante 200 anos, ressuscitando num mundo completamente diferente. Dois séculos passados, o que ele continuava a não perceber, in the first place, é como é que tinha adoecido se só comia cenouras.
06/11/07
Dry Martini na Pastelaria para que não Digam que isto É um Blogue de Copinhos de Leite
Cena de O Charme Discreto da Burguesia, filme de Luis Buñuel de 1972 onde havia uma rapariga que fumava mais do que eu porque fumava a comer a sopa.
05/11/07
E para Continuar com a Boa Disposição Façamos então de Conta que isto nos Consola
A arte é tudo - tudo o resto é nada. Só um livro é capaz de fazer a eternidade de um povo. Leónidas ou Péricles não bastariam para que a velha Grécia ainda vivesse, nova e radiosa, nos nossos espíritos: foi-lhe preciso ter Aristófanes e Ésquilo. Tudo é efémero e oco nas sociedades - sobretudo o que nelas mais nos deslumbra. Podes-me tu dizer quem foram, no tempo de Shakespeare, os grandes banqueiros e as formosas mulheres? Onde estão os sacos de ouro deles e o rolar do seu luxo? Onde estão os olhos claros delas? Onde estão as rosas de York que floriram então? Mas Shakespeare está realmente tão vivo como quando, no estreito tablado do Globe, ele dependurava a lanterna que devia ser a Lua, triste e amorosamente invocada, alumiando o jardim dos Capuletos. Está vivo de uma vida melhor, porque o seu espírito fulge com um sereno e contínuo esplendor, sem que o perturbem mais as humilhantes misérias da carne!Nada há de mais ruidoso, e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas - do que a política. Por toda essa antiga Europa real, se vêem multidões de politiquetes e de politicões enflorados, emplumados, atordoadores, cacarejando infernalmente, de crista alta. Mas concebes tu a possibilidade de daqui a cinquenta anos, quando se estiverem erguendo estátuas a Zola, alguém se lembre dos Ferry, dos Clemenceau, dos Cánovas, dos Brigth? Podes-me tu dizer quem eram os ministros do império em 1856, há apenas trinta anos, quando Gustave Flaubert escrevia «Madame Bovary»? Para o saber precisas desenterrar e esgaravatar com repugnância velhos jornais bolorentos: e achados os nomes nunca verdadeiramente poderás diferenciar o sujeito Baroche do sujeito Troplong: mas de «Madame Bovary» sabes a vida toda, e as paixões e os tédios, e a cadelinha que a seguia, e o vestido que punha quando partia à quinta-feira na «Hirondelle» para ir encontrar Léon a Rouen! Bismarck todo-poderoso, que é chanceler e de ferro, daqui a duzentos anos será, sob a ferrugem que o há-de cobrir, uma dessas figuras de Estado que dormem nos arquivos e que pertencem só à erudição histórica: o papa Leão XIII, tão grande, tão presente, que até as crianças lhe sabem de cor o sorriso fino, não será mais, na longa fila dos papas, que uma vaga tiara com um número; mas duzentos anos passarão, e mil - e o nome, a figura, e a vida de certo homem que não governou a Alemanha nem a Cristandade, estará tão fresca e rebrilhante como hoje na memória grata dos homens.
Eça de Queirós, Prefácio dos Azulejos do Conde de Arnoso
04/11/07
O Maestro Sacode a Batuta - e Siga a Banda!
Nino Rota, tema de 81/2 de Frederico Fellini, 1963 E parafraseando Billy Wilder: «Um mundo que conseguiu criar o Taj Mahal, William Shakespeare, (a música de Nino Rota) e pasta de dentes às riscas não pode ser assim tão mau»
03/11/07
Porque Há Coisas que me Irritam: Michel Houellebecq
No 2+2=5, este post, que remete para uma divertida reportagem publicada no Libération, dá conta de um encontro universitário que decorreu em Amesterdão a propósito da obra de Michel Houellebecq, escritor francês perseguido pelo escândalo ou vice-versa, e no qual algumas cabeças pensantes depositaram a coroa de salvação da literatura francesa. Incompetente para falar de assunto de tal envergadura (a saber, o de saber se a literatura francesa precisa ou pode ser salva), tenho, no entanto, opinião sobre o escritor Houellebecq. Opinião que saiu reforçada pela leitura de algumas pérolas que lhe dedicaram os críticos reunidos na Holanda: agradou-me em particular esta, proferida por uma investigadora da Universidade de Oslo (seja qual for o seu significado):«Num mundo em dissolução, incontrolável, só o corpo permanece resgatável». Lembrei-me, então, de resgatar e adaptar alguns textos sobre os livros deste autor. Começo por Plataforma (Bertrand, 2002).À conta do livro, Houellebecq teve vários processos na Justiça. Grosso modo, as acusações diziam respeito à presumível promoção do ódio contra os árabes e defesa do proxenetismo. Uma entrevista dele à «Lire» deu o toque a rebate. Bem bebido, o escritor fez declarações chocantes (ou que, pelos vistos, chocaram). Eis alguns exemplos: «A prostituição, acho muito bem. Como profissão, não é assim tão mal paga»; «O Islão é uma religião perigosa, e isto desde que apareceu. Felizmente, está condenada»; «Claro que há vítimas nos conflitos do Terceiro Mundo, mas são elas próprias que os provocam. Se os pobres idiotas se divertem a extirpar-se, deixá-los»; «Quando era novo, ele (De Gaulle) irritava-me. (...) acabo por simpatizar mais com Pétain»; «A abolição da pena de morte está bem... mas não faço disso uma questão de princípio», etc., etc. (também disse que «não há ideias de direita», para justificar porque é que só atacava as de esquerda).
Apesar de Houellebecq insistir na clássica distinção entre autor e personagem, a referida entrevista veio permitir estabelecer uma certa proximidade entre o Michel-narrador e o Michel-escritor. A primeira questão que se coloca, contudo, é saber se o facto de o segundo preferir o colaboracionista Pétain ao resistente De Gaulle é relevante para a qualidade literária. Não, decididamente. A segunda é saber se o livro é bom, mau ou assim assim.
01/11/07
A Nomenclatura Europeia Criou um Paraíso Artificial e Chamou-lhe União*
(a suar do esforço, não consegui ler o resto)
A Conferência declara que a decisão relativa à aplicação do n.º 4 do artigo 9.º-C do Tratado da União Europeia e do n.º 2 do artigo 205.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia será adoptada pelo Conselho na data de assinatura do Tratado que altera o Tratado da União Europeia e o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e entrará em vigor na data de entrada em vigor do referido Tratado.
(não percebi do que estavam a falar e olhem que eu não me considero mais burra do que os tipos que escreveram isto)
O Parlamento Europeu é composto por representantes dos cidadãos da União. O seu número não pode ser superior a setecentos e cinquenta, mais o Presidente. A representação dos cidadãos é degressivamente proporcional, com um limiar mínimo de seis membros por Estado-Membro. A nenhum Estado-Membro podem ser atribuídos mais do que noventa e seis lugares.
(este naco, em particular, cheirou-me a esturro, principalmente porque Portugal, pelo menos desde que entrei para a escola primária, há uns aninhos, estagnou nos 10 milhões de habitantes)
A Conferência salienta que, em conformidade com o sistema de repartição de competências entre a União e os Estados-Membros, previsto no Tratado da União Europeia e no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, pertencem aos Estados-Membros as competências não atribuídas à União pelos Tratados.
(pareceu-me uma verdade de La Palisse mas os gajos se calhar estão-me a enganar)
Nesse caso, a Conferência acorda em que, como já acontece com a Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido, a Polónia terá um advogado-geral permanente e deixará de participar no sistema de rotação, enquanto que o actual sistema de rotação abrangerá cinco advogados-gerais em vez de três.
A Conferência declara que serão estabelecidos os contactos adequados com o Parlamento Europeu durante os trabalhos preparatórios que precederão a nomeação do Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, que deverá ocorrer na data de entrada em vigor do Tratado que altera o Tratado da União Europeia e o Tratado que institui a Comunidade Europeia, de acordo com o artigo 9.º-E do Tratado da União Europeia e com o artigo 5.º do Protocolo relativo às disposições provisórias, e cujo mandato decorrerá desde essa data até ao termo do mandato da Comissão em exercício nesse momento.
(um super-super-super-super-super polícia? Será que vai finalmente encontrar a Maddie?)
Chegada a este ponto, humilde embora tardiamente reconhecida a Platão pela clareza de Timeu, fui tomar uma Aspirina. Para quem quiser e conseguir ler o resto, informo que os excertos foram retirados daqui (e para quem for completamente masoquista...).
* Frase roubada a António Barreto
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